ELEIÇÃO

Políticos amazonenses divergem sobre eleição de Joe Biden

O primeiro a comentar, foi o senador Eduardo Braga (MDB), que por meio do Twitter comemorou a vitória do democrata e desejou 'um tempo de mais tolerância, menos ódio e radicalismo mundo afora'

Giovanna Marinho
09/11/2020 às 14:19.
Atualizado em 09/03/2022 às 12:52

(Senador Eduardo Braga)

Logo após a confirmação de Joe Biden como novo presidente dos EUA alguns políticos amazonenses se posicionaram de forma favorável à escolha dos norte-americanos. O primeiro, foi o senador Eduardo Braga (MDB), que por meio do Twitter comemorou a vitória do democrata e desejou "um tempo de mais tolerância, menos ódio e radicalismo mundo afora".

Em resposta ao A CRÍTICA, o senador se limitou a responder que as possibilidades de negociação poderão ser ampliadas para preservar a floresta. "Acho que teremos algumas oportunidades para a Amazônia e para o Amazonas nas negociações bilaterais e multilaterais, onde a floresta em pé deverá ser um ativo importante para os Brasileiros e para nós amazônidas", sintetizou Braga.

O deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) publicou uma mensagem de esperança na serenidade e equilíbrio nas relações internacionais a partir do mandato de Biden. "O mundo respira aliviado: Joe Biden venceu e mandou para casa um desequilibrado que fez muito mal ao mundo", escreveu Serafim em seu Intagram.

Na mesma rede social a também deputada estadual Alessandra Câmpelo (MDB) destacou a figura da vice-presidente de Biden Kalama Harris, primeira mulher no posto em toda história dos EUA. "É a vitória da Democracia sobre o preconceito, o racismo, e o autoritarismo", celebrou a parlamentar.

Já o senador Plínio Valério (PSDB), ex-filiado do Partido Verde, disse estar preocupado com a linguagem "extremamente colonizadora" de Biden e ressaltou estar torcendo para que as falas sejam um discurso eleitoreiro, “para que não prejudiquem a política ambiental do Brasil”. O principal temor do parlamentar é em relação a vida da população amazônica que necessita de soluções para integrar -se ao resto do país como, por exemplo, a pavimentação da BR-319 criticada por ambientalistas em nível mundial. "Ele pode ameaçar o governador o Presidente da República, ele pode fazer o que fizer, mas ele não pode trazer essa política repressora pra Amazônia, porque alcança o homem comum que não é criminoso, que é honesto e que só tira da floresta o que precisa pra viver", criticou o senador.

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