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Cotidiano
MANIFESTAÇÃO

Por piso salarial mais alto, professores promovem manifestação por vias do Centro

De acordo com o coordenador do Movimento Vem Pra Rua Pela Educação, Jonas Araújo, o ato faz parte da programação da Greve Nacional (marcadas para os dias 15, 16 e 17 deste mês) convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) 17/03/2016 às 13:26
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Ato promove paralisação de professores da rede municipal e estadual de ensino, no Centro da cidade (Euzivaldo Queirox)
SILANE SOUZA MANAUS

Em torno de 500 professores lotados pelas secretarias municipal e estadual de Educação (Semed e Seduc, respectivamente), realizam na manhã desta quinta-feira (17) uma caminhada pelas ruas do Centro de Manaus, em protesto por melhorias trabalhistas. Eles saíram da Praça Heliodoro Balbi (da Polícia), na avenida Sete de Setembro, em direção ao Paço Municipal. Entres as reivindicações, a principal é a Campanha Salarial 2016.

De acordo com o coordenador do Movimento Vem Pra Rua Pela Educação, Jonas Araújo, o ato faz parte da programação da Greve Nacional (marcadas para os dias 15, 16 e 17 deste mês) convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). "Estamos parando o Brasil inteiro para discutir o piso salarial dos professores", enfatizou.

Araújo destacou que, atualmente, o professor é o único profissional de nível superior que recebe salário equivalente ao profissional de nível médio, por isso, a discussão sobre a revisão do piso da categoria. "Estamos discutindo a necessidade da construção de um piso salarial para o professor de nível superior e melhores condições de trabalho", afirmou. 


Conforme o professor, que faz parte do quadro da Seduc e da Semed, em 2015 os salários dos professores do Estado não foram reajustados. E esse ano a data-base já passou e as discussões sobre o reajuste da categoria ainda não iniciaram. 

No caso da Semed, Araújo afirmou que os professores exigem um reajuste de 20%, tendo em vista que o reajuste parcelado de 9,5% de 2015 não agradou nenhum pouco a categoria, muito menos o acréscimo de 10% no auxílio alimentação (equivalente a R$ 20).

A manifestação dos professores municipais e estaduais está sendo promovida pelos Movimento Vem pra Rua pela Educação, Professores Unificados, Luta Educador, Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação (Movtte) e Movimento de Luta Independente dos Professores de Manaus (MLIPM).

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