Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2019
POLÍTICAS PÚBLICAS

Portaria que cria Comitê de Saúde LGBT no Amazonas é assinada pela Susam

Comitê vai tratar sobre as políticas de atenção ao público LGBT. Assinatura ocorreu na noite de terça-feira (12), durante congresso sobre o tema



Congresso_de_Sa_de_LGBT__2__CA8660FB-83E2-4C75-A3D1-E779FE817421.jpeg Foto: Divulgação/Secom
13/11/2019 às 19:19

O secretário estadual de Saúde, Rodrigo Tobias, assinou a portaria que cria o Comitê de Saúde Integral LGBT. A assinatura ocorreu na noite de terça-feira (12), durante a abertura do III Congresso de Saúde LGBT. O evento é realizado até esta quinta-feira (14), na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA), localizado na Avenida Carvalho Leal, 1777, Cachoeirinha, Zona Sul.

O comitê, formado por profissionais da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa Manaus), da UEA e da sociedade civil organizada, vai tratar sobre as políticas de atenção ao público LGBT.

Com o tema “Capacitação dos Profissionais de Saúde sobre a Política Nacional de Saúde LGBT", durante os três dias de evento estão sendo realizados minicursos, mesas redondas e atividades que visam a capacitação do profissional de saúde, desde o atendimento até acolhimento e identificação das especificidades desse público.

Em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), por meio do programa Telessaúde Amazonas, o congresso está sendo transmitido para os 62 municípios do Estado e cinco comunidades Indígenas.

Rodrigo Tobias destacou os avanços alcançados este ano na política de saúde LGBT, a partir da criação da Coordenação Estadual na Susam e do comitê intersetorial. “A institucionalização do comitê e da coordenação faz com que a política aconteça de fato. Temos o dever de avançar com os direitos já adquiridos, mas para isso precisamos preparar os profissionais, capacitar as equipes. O Comitê é o Fórum para a discussão e aprovação das ações nesse sentido daqui por diante ”, disse o secretário.

Presente na abertura, o reitor da UEA, Cleinaldo Costa, falou sobre a necessidade de acabar com a invisibilidade que acontece quando não se reconhece o direito à diversidade de gênero. “O papel da universidade é formar profissionais que defendam o direito à diversidade”, disse.

O evento de abertura também contou com a presença da promotora do Ministério Público Estadual, Silvana Nobre, entre outros convidados.



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