Sábado, 25 de Maio de 2019
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"Precisamos reinventar a Universidade", diz gestor da UEA

Gestor da instituição que formou 25 mil alunos em dez anos de atividades, José Aldemir fala do próximo grande passo da UEA, a construção da Cidade Universitária e analisa os desafios que sucederão essa enorme mudança.



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Com doutorado em Geografia Urbana, José Aldemir é professor titular da Ufam e pesquisador do CNPq. Foi diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do AM e secretário estadual de Ciência e Tecnologia
19/01/2013 às 19:55

Com pouco mais de dez anos em atividade, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) se prepara para mudar de endereço e escrever um novo capítulo de sua história: a construção da Cidade Universitária, no município de Iranduba.

A obra entra em fase controversa, especialmente no que diz respeito ao planejamento físico, que propõe além da construção do campus, uma ocupação urbana com casas e shoppings. Esse projeto implica na retirada de famílias de agricultores e na ocupação de áreas de preservação ambiental, questionada pelo Ministério Público Federal.

Independente da polêmica, a Cidade Universitária representa a ampliação não apenas da estrutura física, mas um crescimento na dimensão institucional da UEA. Criada pela Lei N.º 2.637, de 12 de janeiro de 2001, a Universidade do Estado está instalada na capital amazonense e no interior. Já formou quase 25 mil pessoas. Metade é do interior.

O novo campus vai unificar os cursos e atividades de pesquisa da instituição. A reportagem do jornal A CRÍTICA esteve com o reitor da UEA, José Aldemir de Oliveira. Na entrevista, ele falou sobre a obra da nova UEA,   avanços conquistados e da importância para a educação no Amazonas.

De que maneira a Cidade Universitária vai contribuir para melhorias na estrutura da UEA?
O projeto concentra várias unidades hoje dispersas na cidade. A UEA dá um grande salto ao criar, na Amazônia, uma instituição para o futuro, que vai interagir com outras instituições de ponta e com o setor produtivo. Uma universidade tem que gerar pensamento crítico, mas também tecnologia. E a Cidade Universitária aponta para este horizonte de nos possibilitar  interação com outras instituições de ensino e pesquisa. Algumas até se instalando no próprio espaço da universidade. É um modelo sem receita pronta, mas necessário para que reinventemos a universidade.

(A íntegra deste conteúdo você confere na versão impressa do jornal A CRÍTICA)


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