Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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Prefeito Artur Neto diz que a gestão dele continua sendo perseguida pelo Governo Federal

Artur mantém o discurso e responde à informação de que a gestão dele recebeu mais recursos em relação aos últimos gestores: Serafim e Amazonino


27/11/2014 às 09:09

O prefeito Artur Neto (PSDB) respondeu com ironia à informação divulgada nesta quarta-feira (26) por A CRITICA de que a gestão dele foi a que mais recebeu recursos do Governo Federal em relação aos dois últimos gestores: Serafim Corrêa (PSB) e Amazonino (PDT).

O tucano – adversário político do governo da presidente Dilma Roussseff - recebeu R$ 2,5 bilhões nos dois anos de mandato, uma média de R$ 1,2 bilhão por ano. O prefeito anterior, Amazonino Mendes, recebeu R$ 3,7 bilhões durante toda a gestão, sendo R$ 946 milhões/ano; e Serafim Correa foi o que menos obteve recursos federais: R$ 422 milhões por ano, um total de R$ 1,68 bilhão nos quatro anos que ficou à frente da Prefeitura de Manaus.

“Estou com pena dos outros (prefeitos). De dez centavos que esse Governo (Dilma) me deu, a prefeitura teve que entrar com uma contrapartida dobrada. O único recurso foi liberado pelo ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Isso abriu um buraco nas contas que tive que catar dinheiro em tudo quanto é Secretaria”, declarou Artur Neto.

Desde que assumiu a Prefeitura de Manaus, em janeiro de 2013, o prefeito tem reclamado do tratamento recebido pelo Palácio do Planalto. Artur chegou a se encontrar com a presidente Dilma que prometeu liberar recursos para a capital amazonense. No entanto, o tucano afirma que tudo não passou de promessas. “Quando estive com ela, fui recebido até com familiaridade. Conversamos sobre nossos filhos, sobre nossas famílias. Mas na hora H não passou de promessas. Se ela esperava que na eleição e não ia ficar com quem deveria, o candidato do meu partido, enganou-se. Esse desrespeito nunca aconteceu comigo”, declarou o prefeito.

Otimista com 2015, Artur Neto disse que está trabalhando com planos A, B, C e D no que diz respeito às finanças da Prefeitura de Manaus. Conta com a aprovação pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e autorização do Senado para contrair empréstimos internacionais; está otimista com a parceria com o Governo do Estado; há ainda os recursos próprios do município e ainda espera liberação de verbas federais. “Eu vou insistir com o Governo Federal porque a presidente Dilma tem o dever constitucional de ajudar as prefeituras de todo o País, independentemente de questões partidárias”, disse.

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