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Presidente diz que mais de três mil grávidas estão infectadas com o Zika vírus na Colômbia

A informação foi confirmada pelo presidente Juan Manuel Santos em pronunciamento neste sábado (6). Há 25.645 pessoas infectadas com a doença na Colômbia, entre as quais 3.177 mulheres grávidas, afirmou Santos durante uma transmissão de TV com autoridades de saúde 06/02/2016 às 14:58
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No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é para que a população, principalmente mulheres grávidas e em idade fértil, tomem medidas simples que possam evitar o contato com o Aedes aegypti, como utilizar repelentes
Julia Symmes Cobb (Reuters) Bogotá

Mais de 3.100 colombianas grávidas estão infectadas com o Zika vírus, disse o presidente Juan Manuel Santos neste sábado (6), no momento em que a doença continua sua rápida expansão em todas as Américas.

O vírus tem sido associado ao nascimento de bebês com microcefalia, uma má-formação cerebral. Não há vacina ou tratamento contra a infecção.

Não existe até agora registro de qualquer caso de microcefalia ligado ao Zika na Colômbia, segundo Santos.

Há 25.645 pessoas infectadas com a doença na Colômbia, entre as quais 3.177 mulheres grávidas, afirmou Santos durante uma transmissão de TV com autoridades de saúde.

Muito ainda permanece desconhecido sobre o Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. Quatro de cada cinco pessoas que têm a infecção sequer exibem os sintomas -dores no corpo, febre amena e erupções cutâneas-, mas o Ministério da Saúde brasileiro confirmou no ano passado a relação entre o Zika e o surto de microcefalia na Região Nordeste do país.

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde é para que a população, principalmente mulheres grávidas e em idade fértil, tomem medidas simples que possam evitar o contato com o Aedes aegypti, como utilizar repelentes, proteger-se da exposição de mosquitos, manter portas e janelas fechadas ou teladas e usar calça e camisa de manga comprida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência internacional pelo Zika em 1º de fevereiro, citando forte suspeita de relação entre o vírus em grávidas com a microcefalia.

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