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Primeira celebração de dom Sérgio acontece no próximo domingo em Manaus

Igreja católica espera 100 mil fiéis na festa de Pentecostes. A organização solicita ainda contribuição de 1 kg de alimento não perecível para doações 15/05/2013 às 11:26
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A média de público durante a festa de Pentecostes em Manaus é de 80 mil pessoas, segundo os organizadores do evento
acritica.com ---

Aproximadamente 100 mil pessoas são esperadas no Sambódromo, no próximo domingo, para a celebração de Pentecostes. Trata-se da “Festa do Divino”, que celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus. No Amazonas, a festa acontece há pelo menos 20 anos. Esta será a primeira grande celebração comandada pelo novo arcerbispo de Manaus, Dom Sérgio Castriani, que assumiu o posto em fevereiro.

A programação terá início às 16h, com a animação feita por 10 mil jovens crismandos e membros das paróquias e áreas missionárias, que formarão painéis decorativos na arquibancadas. A temática é a da juventude, a mesma da Campanha da Fraternidade. O lema eleito para este ano foi “Na jovialidade do Espírito, somos Igreja em missão!”, que visa colocar em reflexão as características joviais do Espírito Santo, como criatividade, esperança e justiça com a questão da missionalidade, que é o tema em discussão na Jornada Mundial da Juventude, evento internacional que este ano acontecerá no Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho, com a presença do papa Francisco.

Haverá ainda uma reflexão sobre a questão da redução da maioridade penal, que vem sendo pauta de discussões políticas nos últimos meses. A Igreja se posiciona de forma contrária à redução.

De 18h às 20h, acontecerá a missa campal. Quem for participar, deverá levar uma vela para um momento especial que acontecerá na celebração, segundo a organização.

Coleta de alimentos

A organização solicita ainda contribuição de 1 kg de alimento não perecível, que será recolhido na entrada do Sambódromo. As doações serão destinadas às famílias ribeirinhas atingidas pela cheia no Amazonas este ano. Além disso, os alimentos servirão para ajudar no acolhimento de migrantes no Estado, como os haitianos.

 

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