Publicidade
Cotidiano
Notícias

Processos judiciais turbinam disputa entre Braga e Melo para o Governo do Amazonas

Coligações de José Melo e Eduardo Braga já apresentaram, no segundo turno da campanha, 25 processos judiciais no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas 15/10/2014 às 10:37
Show 1
Embate entre os candidatos José Melo e Eduardo Braga rendeu, no primeiro turno da disputa, um total de 260 ações por propaganda eleitoral e outras infrações
Náferson Cruz ---

Os candidatos ao Governo do Amazonas José Melo (Pros) e Eduardo Braga (PMDB) estão, a princípio, evitando o confronto no rádio e TV, posicionamento este demonstrado nos primeiros programas de propaganda eleitoral no 2º turno dos candidatos. A atual estratégia é bem distinta da adotada ao longo do turno anterior, quando os respectivos candidatos utilizavam os programas para trocar acusações de irregularidades e de promessas não cumpridas.

Apesar da cordialidade na propaganda de rádio e TV neste início de segundo turno, a animosidade no campo jurídico continua acirrada. Desde a sexta-feira até ontem há 25 representações movidas pelas coligações “Fazendo Mais por Nossa Gente”, de José Melo e a “Renovação e Experiência”, de Eduardo Braga.

A maioria dos processos, como ocorreu no 1º turno, são referentes a propagandas irregulares e uso indevido do horário eleitoral gratuito no rádio, na televisão e internet, como pedido de aplicação de multa. Entre os processos, ainda não há pedido de direito de resposta.

O embate judicial entre as coligações rendeu ao longo do primeiro turno mais de 260 ações, entre recursos, liminares e representações.

Cassação

Na sessão plenária de ontem, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) adiou o julgamento do recurso que tenta reverter a cassação dos diplomas do prefeito do Município de Boa Vista do Ramos, Amintas Junior (PMDB) e do seu vice, Pedro Dias (DEM), por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2012.

A decisão dada pela corte foi baseada na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) interposta pela coligação de Marlon Trindade (PT) – que ficou na segunda colocação nas eleições de 2012. Ontem, o desembargador João Mauro Bessa, pediu vista do processo.

O relator Marco Antônio Pinto da Costa manteve seu parecer favorável à cassação. Por outro lado, o procurador Regional Eleitoral, Ageu Florêncio, não vê subsídios ou provas concretas para a perda dos diplomas dos gestores municipais.

Publicidade
Publicidade