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Cotidiano
PROTESTO

Servidores da Seduc cobram reajuste salarial em paralisação de advertência

Movimento contra a atual gestão do governo acontece durante toda esta terça-feira. Além de Manaus, outros municípios aderiram ao protesto 13/03/2018 às 12:52
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(Foto: Divulgação)
acritica.com Manaus (AM)

Nesta terça-feira (13), Servidores da Secretaria Estadual da Educação (Seduc-AM) fazem paralisação de advertência para pressionar o Governo a abrir negociação de reajuste salarial com a classe. O calendário de ações foi deliberado em assembleia pela categoria, com apoio do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus.

Em carta aberta, o Sindicato dos Professores e Pedagogos das escolas públicas da educação básica de Manaus (Asprom-Sindical) reivindica 35% de reposição da inflação do período de quatro anos (de 2014 a 2018) sem reajustes.

“A paralisação de advertência tem a finalidade de advertir o Governador Amazonino Mendes de que a categoria dos educadores não suporta mais quatro anos sem reajuste salarial e estão dispostos a deflagrarem greve geral por tempo indeterminado caso o Sr. Governador não apresente uma proposta de reajuste salarial para a categoria até, no máximo, dia 13” diz a carta.

Além do protesto em Manaus, servidores de Manacapuru, Anori, Humaitá, Codajás, Itacoatiara, Parintins, Coari, Amaturá, São Gabriel da Cachoeira, Tefé, Envira, Tabatinga e Iranduba se uniram ao movimento.

Seduc se manifesta através de nota:

"A Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (SEDUC) informa que o canal de negociações das reivindicações da categoria está aberto com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), representante oficial dos servidores da educação. As manifestações realizadas pela Asprom não têm respaldo legal. A Secretaria esclarece que a data-base da categoria já foi garantida pelo Governo para o mês de março. Faltando somente definir o percentual de reajustes".

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