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Profissionais de 'Coaching' podem ter lucro de até R$ 2 mil por hora

“Atividade, quando desenvolvida por pessoa de renome e para executivos, pode render isso”, diz Kátia Macedo, da Premium Coaching 06/10/2013 às 17:32
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Kátia Macedo, da Premium Coaching
CARLOS BRANCO ---

Uma atividade em que se pode ganhar até R$ 2 mil por hora, sobretudo se quem a desenvolve é uma pessoa de renome e trabalhe para executivos ou negócios. Assim é o coaching. “A média, obviamente, fica abaixo disso. O mais importante a destacar, entretanto, não é o quanto custa, mas o retorno que o coaching pode dar. Há casos em empresas que, por meio do coaching de negócios, o faturamento aumenta em 20% em um mês, como resultado de uma mudança de estratégia comercial, por exemplo”, diz Kátia Macedo, fundadora da Premium Coaching.

Profissão surgida nos anos 70, o coaching está em alta. Há coaches profissionais com diversas formações, atuando em processos para o desenvolvimento pessoal, profissional e até mesmo empresarial, que é o caso da Premium Coaching. “O coach tem que ter empatia atuante, forte espírito de liderança e uma metodologia de trabalho específica para atender variados tipos de clientes. Organização e determinação também são fundamentais”, explica Kátia.

Além disso, ela diz que é “importante que o coach atue ampliando horizontes, promovendo a ação do cliente, mas sempre respeitando as suas escolhas e jamais impondo sua visão. Algumas áreas, como o coaching de executivos e principalmente o coaching de negócios, requerem ainda sólidas competências de gestão e familiaridade com o ambiente empresarial”.

Como estratégia de capacitação profissional, o coaching remete ao treinador de tênis Tim Gallway, o qual desenvolveu um método de interação com seus atletas que, ao invés de indicar onde eles estavam errando, fazia com que tomassem consciência das falhas e das oportunidades de melhoria, facilitando o aprimoramento ao trazer mais comprometimento e autoconhecimento em relação às suas ações.

“Existem vários cursos e certificações no Brasil e no exterior, mas há que se ter cuidado porque, como não é uma profissão regulamentada, também não há qualquer supervisão das escolas. Deve haver atenção por parte de quem procura seguir essa profissão”, adverte Kátia, que cita o setor de pequenas e médias empresas como um dos que mais se beneficiaria de coaching. Praticamente não existe ainda aqui no Brasil, apesar de bastante difundido no exterior, principalmente Inglaterra e Estados Unidos”, diz.

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