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Programa de combate a violência contra a mulher chega a Manaus na próxima semana

O "Mulher, Viver sem Violência" já está presente em dez capitais brasileiras. A solenidade acontecerá em Manaus na próxima quarta-feira (30), às 9h30, no Palácio Rio Negro 25/10/2013 às 18:32
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O objetivo do projeto é enfrentar a violência doméstica e sexual e o tráfico de mulheres na floresta, no campo, em áreas isoladas e na fronteira Brasil-Venezuela
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Com o objetivo de enfrentar a violência doméstica e sexual e o tráfico de mulheres na floresta, no campo, em áreas isoladas e na fronteira Brasil-Venezuela, chega à região Norte na próxima semana o programa “Mulher, Viver sem Violência”. O ato ocorrerá primeiramente na cidade de Boa Vista, em Roraima, no dia 29 (terça-feira) e no dia seguinte (30), a solenidade de formalização acontecerá em Manaus.

Na capital, a ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) firmará a adesão do Amazonas ao programa com o Executivo estadual, prefeitura da capital e sistema local de justiça. O evento ocorrerá às 9h30 no Palácio Rio Negro.

Com esses dois estados da região Norte, sobe para 12 a quantidade de unidades federativas envolvidas com o programa. Entre elas: Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

Nos atos solenes, Amazonas e Roraima receberão as unidades móveis para atendimento a mulheres em situação de violência no campo e na floresta. Cada estado receberá o primeiro dos dois veículos, adquiridos pela SPM em resposta à Marcha das Margaridas. Os veículos levarão direitos e serviços sobre a Lei Maria da Penha a mulheres que vivem em áreas remotas.

Programa

Em conjunto com o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, o programa fortalece a rede de serviços públicos em estados, capitais, municípios-polo, fronteiras secas, campo e floresta.

O projeto tem seis eixos estratégicos, entre eles: construção, reforma predial, equipagem e manutenção da Casa da Mulher Brasileira (uma por capital); transformação da Central de Atendimento à Mulher; organização dos serviços na saúde e na coleta de vestígios de crimes sexuais; criação de seis centros de atendimento em fronteiras secas para enfrentar o tráfico de mulheres; campanhas continuadas de comunicação para prevenção da violência; e unidades móveis para o acolhimento de mulheres rurais.

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