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Projeto desenvolvido por alunos parintinenses é finalista em concurso nacional

O projeto social da ‘Alfabetiarte’, intitulado ‘Curumins da Amazônia II’, está na final do Prêmio Itaú-Unicef, que teve 2 mil inscritos  26/11/2015 às 08:27
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Alunos inseridos no projeto social ‘Alfabetiarte’, exibem arte desenvolvida na oficina de desenho. Um das propostas do projeto é a formação integral e intelectual
Náferson Cruz ---

Das 2 mil instituições inscritas no programa e prêmio Itaú-Unicef, que abrange todo o País, o projeto social ‘Alfabetiarte’ em parceria com as escolas municipais de Parintins, “Tadashi Inomata” e “Luz do Saber”, foi classificado para a final da 11ª edição do certame, que acontece hoje, no Parque Ibirapuera, em São Paulo.

Após a seleção dos 158 projetos semifinalistas, o projeto que envolve as duas escolas parintinenses, “Curumins da Amazônia II, protagonizando vidas com educação e arte”, está em meio aos 32 projetos selecionados para a premiação final, sendo quatro por região e um de cada porte: micro, pequeno, médio e grande.

A idealizadora do projeto, professora Maria Aparecida da Silva relata que nele são oferecidas oficinas de dança, teatro, desenho, música, jogos educativos e esportivos, português, matemática, assim como atendimento pedagógico, psicológico e sócio assistencial para 165 crianças e adolescentes de 6 a 18 anos. De acordo com a professora, o projeto traz melhoria na aprendizagem, desenvolvimento integral e formação de cidadãos críticos são alguns dos resultados do projeto.

Maria Aparecida ressalta que mesmo com tanta dificuldade, em que os projetos sociais sofrem com a falta de recursos, o grupo deu continuidade e, hoje, está colhendo resultados positivos. A coordenação do ‘Alfabetiarte’ destaca que o apoio e a parceria junto às duas escolas municipais foram fundamentais para a concepção do projeto e, que, os educandários também são vencedores, por contribuírem de forma eficaz .

Processo de seleção

Este ano, o Prêmio recebeu projetos inscritos de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal, além de ter formado gestores públicos da área de educação e assistência social, visando avaliar e selecionar os projetos semifinalistas e finalistas.

Segundo a coordenação do Prêmio Itaú-Unicef, aproximadamente 300 avaliadores passaram pelo processo formativo, que contou com ações presenciais e a distância.

Após a análise preliminar dos projetos inscritos, o agrupamento das organizações e escolas por regional e a divisão dos projetos por porte orçamentário, o Prêmio Itaú-Unicef realizou oito encontros para selecionar os 158 projetos semifinalistas e, por fim, os 32 finalistas.

Atividades voltadas para crianças e jovens

O prêmio Itaú-Unicef surgiu em 1995, e está na 11ª edição; o concurso tem o objetivo de premiar as instituições que desenvolvem trabalhos com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social e nesta edição estamos com uma nova roupagem, onde a premiação ao vencedor será tanto para a instituição que desenvolve o trabalho social quanto para a escola. Além disso, o Prêmio busca mobilizar a sociedade civil para a importância de sua participação no desenvolvimento de ações que promovam a educação integral.

Conquista

A coordenação do projeto social ‘Alfabetiarte’ informou ainda que o Banco Itaú desde 2011, vem investindo socialmente na instituição parintinense, apoio esse, conquistado em meio a quase três mil projetos na região Norte, todos analisados de forma minuciosa.


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