Quarta-feira, 24 de Julho de 2019
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Proposta de instalação do Banco Central em Manaus é apresentada na ALE-AM

Audiência pública na Assembleia Legislativa reuniu representantes de entidades em defesa da instalação de agência do BC na capital amazonense



1.gif Audiência Pública foi solicitada pelo deputado estadual Wilson Lisboa e teve participação de autoridades nacionais
04/11/2014 às 11:55

A proposta de instalação de uma Superintendência Regional do Banco Central (BC) em Manaus foi discutida, nesta segunda-feira (3), em uma audiência pública na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). Sugerida pelo deputado estadual Wilson Lisboa e pela senadora Vanessa Grazziotin, a audiência reuniu representantes de entidades de classe, bancos regionais, setor produtivo e do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal). Os dirigentes apresentaram argumentos para sustentar a vinda da entidade financeira.

O parlamentar Wilson Lisboa, por exemplo, disse considerar urgente a necessidade da instalação de uma unidade do BC em Manaus, em função de o Amazonas possuir o Polo Industrial de Manaus (PIM). “Nosso parque fabril é detentor de uma crescente movimentação de recursos. A existência dessa instituição na cidade vai trazer uma fiscalização mais eficaz, desburocratização e facilidade no acesso do sistema financeiro do BC no Estado”, salientou.

Já o presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do BC (Sinal), Daro Marcos Piffer, explicou que defende a vinda do Banco Central para Manaus , em especial, por conta da distância geográfica da cidade com a representação do banco. “Hoje existe, praticamente, na metade de nosso país, apenas uma representação que fica em Belém e essa sede precisa vir para cá porque precisamos de um atendimento mais personalizado para o cidadão que mora aqui”, destacou.

Vantagens

Para o diretor administrativo e financeiro da Cooperativa de Crédito dos Empresários de Manaus (Sicoob Cred Am), Djalma Alves, a vinda do BC iria facilitar processos que hoje precisam ser encaminhados para sedes em Recife, Belém ou Fortaleza . “Um órgão regulador e fiscalizador como o Banco Central iria minimizar a burocracia e facilitar a nossa vida. Na questão de eleição de cooperativa de crédito, recomposição de diretores membros estatutários, por exemplo, é preciso preparar o processo, enviar pelo correio e quem cuida é o BC do Recife. Alguns processos demoram mais de um ano para ser homologado”, queixou-se. Próximos passosDurante o encontro, a senadora Vanessa Grazziottin se propôs encaminhar o agendamento junto ao Senado da República e marcar com os demais membros uma nova audiência com a presença do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

A ausência de um representante do Banco Central para discutir a questão foi lamentada pelos representantes dos diversos órgãos que compareceram à audiência.

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