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Cotidiano
QUEIMADURAS

Quadro de saúde das vítimas de incêndio em barcos em Manacapuru é estável

Trio está internado no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto em Manaus 19/09/2018 às 21:19 - Atualizado em 20/09/2018 às 10:45
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Foto: Reprodução/Internet
Karol Rocha Manaus (AM)

As três vítimas da explosão e incêndio ocorrida na noite dessa terça-feira (18) em três embarcações ancoradas em um posto fluvial no município de Manacapuru (a 68 km de Manaus) estão internadas no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, em Manaus. O quadro geral deles é estável, segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Susam).

Os feridos são Carlos Alberto Cândido da Silva, de 67 anos; Alcivaldo Serpa da Silva, de 38 anos; e Eduardo Bertulino de Sales, de 26 anos.

Segundo a unidade hospitalar, Carlos Alberto apresenta queimaduras múltiplas de 2º grau em pernas, antebraços e face. Alcivaldo Serpa tem queimaduras múltiplas de 2º e 3º graus em cotovelo, antebraço e mão, além de um corte profundo na cabeça. Ele passou por avaliação neurológica e segue internado em enfermaria. Eduardo Bertulino apresenta múltiplas queimaduras em membros inferiores até os joelhos, face e couro cabeludo.

Incêndio

O Corpo de Bombeiros foi acionado por voltas das 23 horas de terça (18) quando a embarcação com tanque de combustível explodiu. Em seguida, o fogo se alastrou atingindo dois barcos que também estavam no posto fluvial. Segundo os bombeiros, a embarcação que explodiu havia sido abastecida durante a tarde com cinco mil litros de combustível. Pela noite, o comandante do barco resolveu dar partida e ligar a ignição, quando ocorreu a explosão.

Conforme o tenente BM Queiroz, dez mil litros de água e sessenta litros de Líquido Gerador de Espuma (LGE) foram utilizados em combate ao incêndio. “Ao lado, havia uma embarcação que faz transporte escolar. No exato momento da explosão, ela pegou fogo tendo queima parcial, na hora os populares soltaram e ela foi a pique no rio. Já a que estava ancorada ficou no fogo. Para que as chamas não avançassem, usamos  o LGE, ali foi feito o combate, chegando ao abafamento do local”, explicou.

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