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Cotidiano
Educação

Estudantes do Amazonas levam projeto de casa flutuante para São Paulo

Alunos são finalistas da 15ª Feira de Ciências e Engenharia (Febrace) que será realizada entre os dias 21 e 25 deste mês, na capital paulista 08/03/2017 às 05:00
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Os três estudantes que vão representar o Amazonas na Febrace já estão na faculdade, mas vão representar a antiga escola
Lídia Ferreira Manaus (AM)

Garrafas de plástico transformadas em casas flutuantes. A proposta colocou três estudantes do Amazonas e um professor  como finalistas da  15ª Feira de Ciências e Engenharia (Febrace), que será realizada entre os dias 21 e 25 deste mês, em São Paulo. Eles são uma das oito equipes que vão representar o Amazonas no evento nacional. 

Com a primeira etapa finalizada, ainda sem protótipo produzido, os alunos da Escola Estadual Petrônio Portela, sob coordenação do professor de Química e Meio Ambiente Obenézio Aguiar, garantem produzir uma casa flutuante com o custo 50% menor e com a mesma funcionalidade das tradicionais.  “Por também ter a utilização de madeira na estrutura, ela consegue ter uma boa flutabilidade. Um flutuante sai em média R$ 15 mil, este sairá pela metade”, diz o professor, ressaltando outra vantagem do projeto dos alunos, além, claro, da “pegada sustentável”: a redução de custos na hora de construir.

O nome do projeto é “Casa Flutuante Ecológica: uma alternativa sustentável para ribeirinhos carentes com o uso do material reciclável”. 

Estrutura
Para uma casa flutuante de 6x7 metros serão usadas, aproximadamente, 55 mil garrafas e outras embalagens recicladas, conta ele. “Não usaremos somente PET, podem ser garrafinhas de água, vidro de plástico de shampoo, detergente e qualquer outro material capaz de ser vedado”, explica Obenézio.   “Imagina quanto de lixo dos igarapés pode ser transformado em casa para pessoas de baixa renda”, completa. 

Os três estudantes  do projeto, são : Manassés Costa de Souza, Andreyme Silva da Silva e Jeynne Pereira do Carmo, que, na verdade, vão representar a antiga escola. Isso porque o projeto foi inscrito no ano passado, quando eles ainda estavam matriculados na Petrônio Portela, e este ano eles ingressaram na universidade. 

 

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