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Reconstituição de assassinato é feita em Maraã (AM) e novas testemunhas prestam depoimento

Delegada titular do município de Maraã, Alessandra Trigueiro conduziu uma reconstituição do crime e identificou a posição e a distância entre o atirador e a vítima: cerca de 9 metros. Neto da vítima, única testemunha ocular do fato, ajudou na encenação 02/03/2016 às 16:20
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O neto de Cícero Lopes participou da reprodução simulada, ocorrida na noite de terça-feira (1º)
alexandre pequeno Manaus (AM)

De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), a arma utilizada no homicídio do prefeito de Maraã Cícero Lopes da Silva (Pros) é a mesma que foi encontrada na manhã desta terça-feira (1º) debaixo de uma árvore nos arredores da residência do político. Em nota enviada pela PC-AM, a delegada titular da 60ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), Alessandra Trigueiro, baseada no município amazonense, informou que a bucha do cartucho da espingarda calibre 20 coincide com a encontrada no local do crime.

Ainda na noite de terça-feira (1º), a delegada conduziu uma reconstituição do crime e identificou a posição e a distância entre o atirador e a vítima: cerca de 9 metros. O neto de Cícero Lopes participou da reprodução simulada, já que ele é a única testemunha ocular do crime, cometido no início da noite do último domingo (28) na frente da residência da vítima.


Arma utilizada no crime é uma espigarda calibre 20, encontrada na terça (1º) (Foto: Divulgação/PM)

Após os procedimentos da reprodução dos fatos, três pessoas foram ouvidas e liberadas logo em seguida. Já nesta quarta-feira (2), novas testemunhas prestaram seu depoimento e a polícia dá continuidade aos procedimentos legais na tentativa de elucidar o crime o mais rápido possível.

Natural do município de Coari (AM), o corpo de Cícero Lopes chegou em sua cidade de origem na tarde desta terça-feira. Ele foi velado no ginásio de esportes Natanael Brasil. Na manhã desta quarta-feira, ele foi enterrado.

Investigações

A Polícia Militar (PM) confirmou as duas atuais linhas de investigação da homicídio de Cícero. Segundo o comandante-geral da (PM), coronel Marcos James Frota, a corporação tem trabalhado com as hipóteses de motivações pessoais e a de motivações políticas.

"A primeira se relaciona com possíveis ações do prefeito, como contração de dívidas e etc. A segunda tem a ver com um possível envolvimento do vice-prefeito [Luiz Magno Moraes (PT)], que é adversário político do prefeito assassinado, no crime. Há a possibilidade de um terceiro, ligado a ele, ter cometido o crime", declarou o coronel.


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