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Cotidiano
Em todo o País

Sem nova proposta da Fenaban, bancários decidem manter greve em todo o País

Hoje, uma reunião foi realizada, porém nenhuma nova proposta foi apresentada e o Comando Nacional dos Bancários decidiu manter a paralisação 13/09/2016 às 19:51 - Atualizado em 13/09/2016 às 19:52
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Uma nova data para negociação foi agendada para quinta-feira (15), em São Paulo (Reprodução)
acritica.com

A greve dos bancários continua em todo o País pelos próximos dias, pelo menos até ser feita uma nova negociação entre a categoria e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Hoje, uma reunião foi realizada, porém nenhuma nova proposta foi apresentada e o Comando Nacional dos Bancários decidiu manter a paralisação, que já dura uma semana. A nova reunião foi agendada para quinta-feira (15), às 16h, em São Paulo.

“Os bancos chamaram para uma negociação e não apresentaram nenhuma nova proposta. Eles ficaram fazendo um monte de exercícios e discursos, e não apresentaram nenhum número diferente. Vamos ver se quinta-feira conseguimos melhorar”, relatou o presidente do Sindicado dos Bancários do Amazonas, Nindberg Barbosa, que viajou para acompanhar as negociações em São Paulo.

Em nota, a Fenaban confirmou não ter apresentado nova proposta aos bancários. Segundo a federação, a rodada de negociação de hoje discutiu possibilidades a serem avaliadas para um acordo. Na última sexta (9), a Fenaban ofereceu aos bancários reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago 10 dias após a assinatura do acordo.

A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários. Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.

A greve dos bancários começou terça-feira passada (6) em todo o território nacional e já completou uma semana. Em Manaus, 72 agências continuaram fechadas hoje e no interior do Estado mais 35 locais. Ao todo, são cerca de 1,6 mil trabalhadores paralisados na capital e mais 500 nos municípios do interior.

*Com informações da Agência Brasil

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