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Semed fica com R$ 1 bilhão do orçamento de 2014

Educação é a pasta da gestão Artur Neto que mais receberá recursos no ano que vem. A segunda do ranking é a área de Saúde 10/11/2013 às 11:16
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Pasta é comandada pelo deputado federal licenciado Pauderney Avelino (esq.)
Luciano Falbo ---

A Prefeitura de Manaus priorizou as áreas de educação, saúde e infraestrutura no projeto orçamentário de 2014. As verbas destinadas ao setor de educação somam R$ 1,1 bilhão. A saúde receberá R$ 862,6 milhões. A pasta de Infraestrutura (Seminf) ficará com a terceira maior receita R$ 449,6 milhões.

Setor que mais receberá recursos, a educação reservou mais da metade do seu orçamento para o pagamento da folha de pessoal da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Serão gastos R$ 604,9 milhões com salários de professores, diretores e administrativos. Para a realização de investimentos foram reservados R$ 256,1 milhões. Outros R$ 295,3 milhões estão reservados para programas e custeio administrativo.

Na mensagem do projeto de Lei Orçamentária, a prefeitura também que pretende construir 111 obras, entre escolas, creches, quadras poliesportivas e complexos educacionais.

A distribuição das verbas por função mostra que o segmento urbanismo terá a disposição R$ 715,9 milhões. Entre as obras previstas para esse setor da administração municipal está a expansão do sistema viário, obras das vias do entorno da Copa do Mundo e da área central da cidade, construção de viadutos e de casas populares. O segmento absorve, principalmente, os recursos da Seminf.

Entre os que menos receberão recursos está o Fundo Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural, que terá no caixa para o ano que vem apenas R$ 2 mil.

Coletiva
O secretário municipal de Finanças, Ulisses tapajós, disse que o orçamento 2014 foi construído com base na eficiência administrativa. Ele garantiu que, no planejamento para 2015, a construção da Lei Orçamentária Anual será coletiva.

Sobre os poucos recursos para o fundo de patrimônio histórico, Tapajós explicou que isso se deve à cobertura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, que liberará recursos para restauro e manutenção do patrimônio histórico da cidade. “Já foi liberado recursos do PAC Cidades Históricas da ordem de R$ 34 milhões. Então, esse valor cobre o ano de 2014 e aproveitamos para destinar para aquilo que estamos precisamos mais”, disse o secretário de Finanças.

A fatia do orçamento para a Câmara Municipal de Manaus (CMM) foi fixado em R$ 112,5 milhões. Para pagar juros e abater dívidas, a prefeitura desembolsará R$ 98,1 milhões.

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