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Servidores da Suframa paralisam novamente as atividades na manhã desta quarta-feira (22)

A paralisação desta quarta-feira (22) representa a segunda vez este ano em que os servidores cruzam os braços para protestar. A primeira foi uma greve que começou no dia 19 de fevereiro e terminou 46 dias depois 21/10/2014 às 17:23
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Sede da Suframa, no Distrito Industrial de Manaus
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Os 600 servidores da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) cruzam os braços novamente nesta quarta-feira (22), cerca de seis meses após o fim da greve da instituição, que afetou a indústria e o comércio da região no primeiro semestre de 2014.

“Conforme aprovado em reunião com os servidores no último dia 17, a medida é consequência do descumprimento de acordos firmados [com o Governo Federal]”, afirmou o sindicato da categoria, o Sindfram, em nota.

No documento, a direção sindical convida os servidores a paralisarem as atividades das 8h às 11h, tanto na sede quanto nas unidades descentralizadas da Suframa, localizadas no interior do Estado, bem como nos Estados de Roraima, Acre, Rondônia e Amapá. O movimento também prevê uma manifestação pacífica na frente dos prédios da instituição, com os servidores trajando vestes brancas.

A mobilização foi aprovada pela categoria em reunião ocorrida no dia 17 de outubro, onde foram discutidas ações diante do descumprimento dos acordos. Dos três termos assinados, apenas um foi totalmente cumprido: a compensação, entre os meses de abril e outubro, pelos servidores, das horas não trabalhadas durante o período da paralisação.

Segunda greve

A paralisação desta quarta-feira (22) representa a segunda vez este ano em que os servidores cruzam os braços para protestar. A primeira foi uma greve que começou no dia 19 de fevereiro e terminou 46 dias depois, no dia 7 de abril. Estima-se que o prejuízo causado pela ação tenha sido próximo dos R$ 300 milhões.

Na época, os servidores reivindicam reestruturação da tabela de salários (defasada desde 2008), reestruturação das áreas descentralizadas, retorno da autonomia dá autarquia e aprovação mais rápida dos Processos Produtivos Básicos (PPBs).

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