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Servidores fazem protestos após governador anular nomeação de Nelson Fraiji para o Hemoam

A decisão surpreendeu os servidores e alas ligadas a Fraiji, em protesto, acabam de paralisar as atividades da fundação e tomam parte da avenida Constantino Nery 23/12/2014 às 21:13
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Funcionários fizeram protesto em frente a Fhemoam, nesta terça-feira (23)
Lúcio Pinheiro Manaus (AM)

O governador do Estado do Amazonas, José Melo (Pros), anulou a eleição que reconduziu Nelson Fraiji à direção da Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (FHemoam). O ato do governador foi publicado no Diário Oficial do Estado do Amazonas, no dia 22.

A decisão surpreendeu os servidores e alas ligadas a Fraiji, em protesto, acabam de paralisar as atividades da fundação e tomam parte da avenida Constantino Nery. Na decisão publicada ontem, o governo determina a abertura de uma sindicância para apurar possíveis irregularidades na eleição realizada em outubro.

Governador do AM cancelou a nomeação de Nelson Fraiji para o Hemoam
Foto:Clóvis Miranda 

Nelson Fraiji disse que tentou hoje, sem sucesso, falar com o governador para, segundo ele, alertá-lo de que tomou uma decisão baseada em informações inverídicas.

“Só tomei conhecimento hoje do processo que tramitava desde outubro no governo. E vi que só tinha uma versão, a falsa. Não houve o cuidado de quem cuidou disse dentro do governo de nos ouvir”, reclamou Fraiji.

O segundo colocado na eleição foi o bioquímico Lasmar Roberto Pereira. Servidores atribuem a ele as denúncias que resultaram na anulação do pleito.

Nota

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Saúde (Susam) informou que o processo eleitoral para escolha do presidente da Fundação Hemoam foi anulado após despacho publicado na segunda-feira (22) no Diário Oficial do Estado do Amazonas.

Conforme a nota, após análise do recurso do candidato derrotado, que alegou indícios de irregularidades no processo, a Assessoria Jurídica da Susam deu parecer favorável ao cancelamento da eleição e encaminhou posteriormente para decisão da Controladoria Geral do Estado, que orientou para a nulidade do processo.

Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, o processo eleitoral não obedeceu a Lei Delegada que rege a Fhemoam.

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