Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
Reformas atrasam início do ano letivo em 65 escolas públicas no Amazonas

Sessenta e cinco escolas públicas no Amazonas estão fechadas no início do ano letivo

As secretarias de educação alegam que os prédios das unidades necessitam passar por obras e reformas



1.jpg Passando por reformas, escolas públicas atrasam o ano letivo de alunos
18/02/2013 às 20:45

Sessenta e cinco escolas públicas – do município e do Estado, estão com as portas fechadas durante o início do ano letivo de 2013, de acordo com dados das Secretarias de Educação do Estado (Seduc) e município (Semed). Do total, 48 são escolas municipais, uma escola estadual em Manaus e mais dezesseis no interior do Amazonas. As unidades devem ser reabertas até o fim de março, segundo informaram as assessorias.

As secretarias alegam que os prédios das unidades necessitam passar por obras e reformas. Segundo as assessorias, os alunos foram encaminhados para escolas próximas ou entrarão em um “calendário especial de ensino” para compensar o tempo perdido, nesse último caso somente para as escolas estaduais. A reabertura das unidades educacionais deve acontecer até o fim de março.

No município, as aulas nos Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeif) e creches iniciaram nesta segunda (18), nas demais escolas do ensino fundamental já iniciaram desde o último dia 5 de fevereiro e as escolas estaduais tiveram início no dia 4 de fevereiro.

As regiões mais afetadas são as Zonas Leste e Oeste, com 12 e 10 escolas interditadas, respectivamente.

No caso da Escola Estadual Francisca Botinelly, única interditada pertencente ao Estado, localizada na Avenida Pedro Teixeira, Dom Pedro I, na Zona Centro-Oeste, as obras visam adequar o prédio para se tornar uma das unidades de ensino em tempo integral, segundo a assessoria da Seduc. 

“Houve reunião com os pais dos alunos onde foi avisado que a escola (Francisca Botinelly) passaria por reformas e só iniciaria as aulas no fim de março. Demos a opção de transferência para os que preferiam matricular os filhos em uma escola tradicional, e muitos optaram por esperar”, informou a assessoria.

As aulas deveriam ter iniciado no dia 4 de fevereiro juntamente como as outras unidades estaduais, mas a paralisação por conta da obra não afeta o ensino dos alunos matriculados nela. “Elas funcionarão com um calendário especial assegurando aos alunos a carga horária anual mínima de 800h de aula por ano exigida pelo Ministério da Educação (MEC)”, afirmou a assessoria.

Escolas municipais

Já as escolas da rede municipal que estão fechadas, segundo a assessoria da Semed, passam por reformas classificadas como “emergenciais”. Os reparos, de acordo com a assessoria, incluem: adequação e redimensionamento da rede elétrica, correção dos telhados, correção da rede hidráulica e pintura padrão dos ambientes e fachadas.

“Os alunos [das escolas que sofrem graves intervenções em obras] não terão o ano letivo prejudicado, eles foram transferidos para as escolas próximas”, informou a assessoria da Semed.

No entanto, a definição das reformas ocorreu em janeiro deste ano, após o período de matrículas, ocorrido em dezembro de 2012. A Semed mantém 492 escolas com 231 mil alunos matriculados.

Dezesseis escolas do interior fechadas

Com parte do plano da Seduc em ampliar o número de unidades de ensino em tempo integral, 16 das 540 escolas espalhadas pelo Estado também passam por reformas e estão sem aula.

São elas: Tereza dos Santos (Itapiranga), São Sebastião (São Sebastião do Uatumã), Lázaro Ramas (Urucará), Balbina Mestrinho (Lábrea), Antonio Bernardo e Danilo Correa (Boca do Acre), Presidente Costa e Silva (Anori), Joaquim de Paula, Balbina Mestrinho e Danilo de Mattos (Novo Airão), Enery Barbosa (Nhamundá), Padre Schneider (Santa Izabel do Rio Negro), Francineide Barroso (Itamarati), Dorothéia de Souza (Japurá), Benedita de Souza (Envira) e Walton Bizantino (Maués).

Divisões Regionais de Educação

As secretarias reiteraram que qualquer dúvida, por parte dos pais ou responsáveis, quanto a mudança no calendário das escolas que estão sendo reformadas, podem ser sanadas entrando em contato com as próprias unidades de ensino, ou nas Divisões Regionais de Educação:

Divisão Regional de Educação I - Centro-Sul e Sul - Rua Mario Ypiranga Monteiro, 62 - Adrianópolis - 3215-2508

Divisão Regional de Educação II - Oeste/Centro-oeste - Av. São Jorge, 491 - São Jorge - 3625-8663

Divisão Regional de Educação III - Norte - Av. Francisco de Queiroz, 1177 - Colônia Santo Antônio/ Manoa - 3581-2998

Divisão Regional de Educação IV - Norte e Leste - Rua Curió, 64 - Cidade Nova - 3648-2837

Divisão Regional de Educação V - Leste I - Rua das Copaíbas, Conjunto Acariquara, 30 - Coroado 3 - 3248-5997

Divisão Regional de Educação VI - Leste II - Av. Cosme Ferreira, 5798, Zumbi I - 3249-3542

Divisão Regional de Educação VII - Rodoviária/Ribeirinha - Rua 22, 1583 - Japiim II - 3584-3883


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