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Setor supermercadista de Manaus volta a ter entidade representativa

Setor recupera uma de suas instituições mais emblemáticas. A Amase está de volta e, sob nova direção, planeja dinamizar ainda mais o mercado 10/01/2015 às 19:03
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Lojas do setor supermercadista são importante opção para consumidores, oferecendo uma série de vantagens e comodidade
CAMILA LEONEL Manaus (AM)

O setor supermercadista - que experimentou forte expansão nos últimos anos, com abertura de novos empreendimentos e expansão de outros - volta a ter uma entidade para representar seus interesses. A Associação Amazonense de Supermercados (Amase) que esteve “adormecida” por um tempo, volta à ativa com nova direção.

Atualmente, existem cerca de 300 estabelecimentos entre mercadinhos, hipermercados e supermercados na capital amazonense. Se por um lado o setor se desenvolveu, por outro, faltava representatividade para empresários, uma vez que Amase não desenvolveu atividades durante três anos. Mas a expectativa é que esse quadro mude já que no último mês de novembro a associação realizou eleições e elegeu o empresário Marcelo Gastalde como presidente, e Alex Rodrigues como vice.

Um dos primeiros desafios da nova direção da Amase é agregar associados para fazer a “Associação rodar”. Hoje, a entidade conta com seis associados. O objetivo é defender os interesses do segmento. Então, se cada um tratar das coisas por si só é pior. Precisamos ter uma voz e brigar pelo interesse do setor varejista e até da sociedade, já que melhoras no nosso setor refletirão na sociedade”, disse.

Foco nos pequenos

Outra preocupação da nova gestão é agregar não só donos de grandes redes mas, principalmente, dos estabelecimentos menores. “Nós queremos dar voz principalmente pra eles [donos de estabelecimentos pequenos] porque as grandes redes têm estrutura, departamento jurídico, ou seja, têm toda uma estrutura e o pequeno não. Então, eles precisam de mais ajuda”.

A estratégia para pôr em prática essa aproximação é através de cursos de treinamento e do fortalecimento da representatividade frente ao poder público para defender a categoria.

Segundo Gastalde, os principais gargalos enfrentados pelo segmento são a criação de leis que muitas vezes são aprovadas sem passar pela classe. “Tem muito projeto de lei que é aprovado sem uma discussão sobre a aplicabilidade ao nosso segmento”.

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