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Sinetram afirma ter prejuízo de R$ 243 mil por mês com fraudes praticadas por usuários

Número consta no relatório das fraudes nas carteirinhas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE), descontos estudantil e outras gratuidades, apresentado hoje (4) em audiência pública no MP-AM 04/11/2015 às 20:31
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Para o Sinetram, fraude encarece o valor da tarifa e pessoas honestas pagam a conta
acritica.com* Manaus

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) participou de uma audiência de iniciativa do vereador presidente da comissão de transportes da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Rosivaldo Cordovil, com o Ministério Público do Estado (MP-AM), para apresentar o relatório das fraudes nas carteirinhas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE), descontos estudantil e outras gratuidades. O encontro foi realizado na sede do MP-AM, na manhã de hoje (4). 

Durante a reunião, o Sinetram apresentou o levantamento realizado pelos técnicos do sistema de bilhetagem eletrônica, nos meses de junho, julho e agosto, que apontou um prejuízo de aproximadamente R$ 243,3 mil por mês, causado pelas fraudes.

Para o presidente do Sinetram, Carmine Furletti, a orientação e conscientização do usuário é o caminho mais viável para acabar com as fraudes e diminuir o prejuízo que as empresas têm por conta desse crime. Ele ressalta que a fraude encarece o valor da tarifa e as pessoas honestas acabam pagando a conta.

“Não há outra forma de acabar com esses crimes, se não for através de orientação e posterior bloqueio da carteira de quem insistir em delinquir, mesmo após a notificação. Temos exemplos de outras cidades onde o resultado foi satisfatório. Já estamos estudando de que forma ele será feito para que o usuário não venha a ser prejudicado injustamente”, destaca Furletti.

Além de representantes do Sinetram, MPE, e CMM, a Superintendência Municipal dos Transportes Urbanos (SMTU) também participou da audiência.

Perdas

Dados apresentados no mês de junho dão conta de que a perda financeira somou R$ 230.196,00. Desse total, R$ 132.852 por estudantes, R$ 88.083 por pessoas com necessidades especiais e R$ 9.261 por cadeirantes. No mês de julho, o valor da fraude por uso indevido da carteira estudantil foi de R$ 123.660 e de R$ 119.634 por usuários com necessidades especiais e R$ 13.230 por quem depende de cadeira de rodas.

*Com informações da assessoria

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