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Standard & Poor's coloca 30 empresas brasileiras em perspectiva negativa

A agência de classificação de risco manteve notas das empresas e mudou somente a perspectiva, bem como fez com a nota de crédito em moeda estrangeira do Brasil no longo prazo 29/07/2015 às 18:47
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O país manteve o grau de investimento, ou seja, continua sendo considerado seguro para investidores, mas pode ter a nota rebaixada no futuro
Kelly Oliveira – Agência Brasil ---

Após mudar a perspectiva de nota do Brasil de estável para negativa, a agência de classificação de risco Standard & Poor's também fez hoje (29) a alteração para 30 empresas e 11 instituições financeiras brasileiras.

A agência manteve as notas das empresas e mudou somente a perspectiva, assim como fez com a nota de crédito em moeda estrangeira do Brasil no longo prazo, que permanece em BBB-. O país manteve o grau de investimento, ou seja, continua sendo considerado seguro para investidores, mas pode ter a nota rebaixada no futuro.

A mudança para as empresas brasileiras é consequência dessa alteração de perspectiva de nota do Brasil.

Ontem (28), a agência informou em comunicado que houve “uma correção significativa de política durante o segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff”, mas, mesmo assim, “o Brasil enfrenta circunstâncias políticas e econômicas desafiadoras”.

>> Veja a lista de instituições financeiras e empresas:

Instituições financeiras

- Banco Bradesco S.A.;
- Itaú Unibanco Holding S.A.;
- Itaú Unibanco S.A.;
- Banco Citibank S.A.;
- Banco do Brasil S.A;
- Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.;
- Banco Santander (Brasil) S.A.;
- Banco do Nordeste do Brasil S.A.;
- BM&FBovespa S.A-Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros;
- Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
- Caixa Econômica Federal.

Empresas

- AmBev - Companhia de Bebidas das Américas;
- Atlantia Bertin Concessões S.A. (AB Concessões) e subsidiárias,
- Rodovia das Colinas S.A. e Triângulo do Sol Auto-Estradas S.A.;
- Arteris S.A. e sua subsidiária, Autopista Planalto Sul S/A.;
- Braskem S.A.;
- CCR S.A. e subsidiárias, Autoban - Concessionária do Sistema Anhanguera Bandeirantes S.A., Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A., e Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas S.A.;
- Companhia Energética de São Paulo (Cesp);
- Companhia de Gás de São Paulo (Comgás);
- Companhia Energética do Ceará (Coelce);
- Duke Energy International Geração Paranapanema S.A. (Duke);
- Ecorodovias Concessões e Serviços S.A. e  Concessionária Ecovias dos Imigrantes S.A.;
- Elektro Eletricidade e Serviços S.A. (Elektro);
- Eletrobrás - Centrais Elétricas Brasileiras S.A.;
- Globo Comunicação e Participações S.A. (Globo);
- Itaipu Binacional;
- Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (Multiplan);
- Net Servicos de Comunicação S.A. (Net);
- Samarco Mineração S.A.;
- Tractebel Energia S.A.;
- Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa);
- Ultrapar Participações S.A. (Ultrapar);
- Votorantim Participações S.A. e as subsidiárias, Votorantim Industrial S.A. e Votorantim - Cimentos S.A.


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