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STJ pede informações sobre Marcelaine Schumann ao Tribunal de Justiça do Amazonas

Após pedidos de habeas corpus serem negados, defesa de mandante de homicídio em crime passional aguarda pela decisão colegiada na Quinta Turma do STJ 06/01/2015 às 11:31
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Marcelaine chegou ao IML onde fez exames antes de ir para a Cadeia Pública
acritica.com Manaus (AM)

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) enviou ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) pedido de informações sobre o processo e as decisões que mantiveram a ordem de prisão da socialite Marcelaine Santos Schumann. O pedido de informações foi feito no dia 2 de janeiro. A defesa da socialite recorreu ao STJ, na véspera do Natal, para suspender, por meio de um habeas corpus, o decreto de prisão expedido no último dia 19 de dezembro pelo juiz Mauro Antony. No TJ-AM, três pedidos da defesa não lograram êxito. 

No dia 30 de dezembro, o relator do pedido no STJ, ministro Félix Fischer, também indeferiu a solicitação do advogado de Marcelaine, José Bezerra de Araújo. Agora, a defesa aguarda pela decisão colegiada na Quinta Turma do STJ. Até a manhã desta terça-feira (6), não havia registro de que as informações requisitadas pelo STJ já tenham sido repassadas pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. 

Assim que chegou de Miami, na tarde desta segunda-feira (5) - onde passou o Natal e o Réveillon -, Marcelaine Santos Schumann foi presa no aeroporto internacional Eduardo Gomes, em Manaus, pela Polícia Federal. Ela fez exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), e foi encaminhada para a Centro de Detenção Provisório (CDP) Feminino, no KM 8 da rodovia BR-174.

A prisão preventiva Marcelaine foi decretada pelo juiz da 3ª Vara do tribunal do Júri, Mauro Antony, por suspeita de que ela arquitetou a morte da empresária Denise Almeida da Silva, de 34 anos, que foi baleada com um tiro quando saía da academia Cheik Clube, no Centro de Manaus, no dia 12 de novembro. “Elaine”, como é mais conhecida, chegou a ser incluída na lista de procurados da Polícia Federal e da Interpol.

De acordo com as investigações da Polícia Civil do Amazonas, “Elaine” pagou R$ 7 mil para que pistoleiros executassem ou deixassem aleijada a Denise. Conforme a polícia, o crime teve motivação passional. As duas, supostamente, dividiam o mesmo amante, e “Elaine” teria mandado “matar ou aleijar” a inimiga por ciúmes. Entretanto, Denise sobreviveu e negou a relação extraconjugal.

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