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Trabalhadores da Construção Civil do AM entram em greve se reivindicações não forem atendidas

De acordo com o presidente do Sintracomec, Cícero Custódio, as propostas dos empresários para a categoria não foram aceitas pelo sindicato e trabalhadores, pois estão abaixo do que os trabalhadores reivindicam 27/06/2013 às 09:04
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A classe solicita o reajuste salarial entre 11% o plano de saúde, aumento do valor da cesta básica, vale transporte e a participação nos lucros e resultados da empresa
Bruna Souza Manaus, AM

Cerca de 98 mil trabalhadores da construção civil do Amazonas podem cruzar os braços em um greve geral a partir da próxima quarta-feira (3), se as reivindicações da categoria não forem atendidas pelo Sindicato Patronal. Os empresários têm até esta sexta-feira (28) para negociar o reajuste salarial de 11%, participação nos lucros e resultados e outros benefícios reivindicados pela classe trabalhadora.

A decisão de alerta de greve foi anunciada após um mês de tentativas de negociações com o sindicato, em uma reunião realizada na manhã desta quinta-feira (27), e aconteceu na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Amazonas (Sintracomec-AM), localizada na avenida Via Láctea, na Morada do Sol, Zona Centro-Sul de Manaus.

De acordo com o presidente do Sintracomec, Cícero Custódio, as propostas dos empresários para a categoria não foram aceitas pelo sindicato e trabalhadores, pois estão abaixo do que a categoria reivindica.

“Vamos entrar em greve se as solicitações dos trabalhadores não forem atendidas pelo Sindicato Patronal. Temos que dar um prazo para que possamos negociar o valor merecido pela categoria, o reajuste oferecido de 7,5% não foi aceito e queremos o percentual de 11%. Se até sexta-feira a proposta não for negociada, entraremos em uma greve geral”, declarou Custódio. 

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