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Trabalhadores fecham as portas da Petrobras nesta sexta-feira (6)

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo lacrou as portas da sede da Petrobras em Manaus por três horas durante ato contra a corrupção 06/03/2015 às 18:18
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As portas da sede da estatal em Manaus foram fechadas por mais de três horas
Saadya Jezine Manaus (AM)

Na manhã desta sexta-feira (3), o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo dos Estados do Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá (Sindipetro-PA/AM/MA/AP) promoveu uma manifestação na frente da sede da Petrobras localizada na avenida Darcy Vargas, bairro Parque Dez de Novembro, zona Centro-Sul.

Segundo o diretor de formação política sindical da entidade, Silvio Claudio, a manifestação foi nacional e resultou no bloqueio das diferentes sedes da instituição pelo País. Em Manaus, o ato iniciou as 5h30, quando associados e representantes do Sindipetro interditaram a entrada da sede do órgão, voltando a liberar a entrada dos funcionários a partir das 9h do mesmo dia.

Segundo o diretor, o ato foi fundamentalmente “contra a corrupção e em defesa da Petrobras 100% estatal e pública".

Silvio chamou atenção para a discussão da terceirização dos serviços, como os transportes inseguros para Porto Urucu que atualmente são realizados de forma precária por empresa aérea terceirizada.  “Há registros de descumprimento contratual por parte da terceirizada causando riscos e transtornos emocionais a força de trabalho”, disse.

Outro fator abordado pelo representante do sindicato é o assedio moral realizado por gerentes e supervisores da Petrobras e terceirizadas, que, segundo ele, causa insegurança e abala os empregados. “Citando como resultado dessas agressões emocionais a trágica ação entre dois empregados terceirizados com tentativa de homicídio usando como instrumento o cabo de uma enxada diretamente na cabeça do empregado”, pontuou.

A reportagem de A CRÍTICA entrou em contato com assessoria imprensa da Petrobras, que, até o fechamento desta matéria, não se manifestou.

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