Sábado, 20 de Abril de 2019
publicidade
1.jpg
publicidade
publicidade

Notícias

TRE suspende votação de liminar que impediu posse de Raimundo Magalhães em Coari

Juiz Affimar Cabo Verde pediu vistas do processo e deve devolve-lo para análise do Pleno da Corte Eleitoral nesta terça-feira


09/04/2015 às 15:38

Sob o protestos de moradores de Coari, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), suspendeu, na sessão desta segunda-feira (6), o julgamento da liminar que impediu a diplomação de Raimundo Magalhães (PRB) na Prefeitura de Coari.

O julgamento foi suspenso após pedido de vista do juiz,, da classe de juristas, Affimar Cabo Verde. O juiz, Ricardo Sales, da cota de juízes federais, por sua vez, apresentou voto pela derrubada da liminar, concedida pelo jurista Délcio Santos no dia 24 de março. Cabo Verde tem que devolver o processo para análise do Pleno nesta terça-feira (7).

Protesto

Enquanto os magistrados julgavam a liminar, oito moradores de Coari fizeram protesto em frente à sede temporária do TRE-AM, localizada no Campus da Universidade Professor Nilton Lins, no Parque das Laranjeiras, Zona Centro-Sul.

Suspensão da diplomação

Ao suspender a posse de Magalhães, Délcio acatou um pedido cautelar do processo em que partidos da coligação que elegeu Adail Pinheiro pedem a anulação dos votos do terceiro colocado no pleito de 2012, Arnaldo Mitouso.

A lista de partidos é composta por PRP, PSD, PMDB, PHS, PTB. O processo foi ingressado na Justiça Eleitoral em 2012. No pedido cautelar recebido, eles sustentam que caso os votos de Mitouso sejam anulados, o total de votos de Adail Pinheiro suerará 50%, o que garante a realização de uma nova eleição no município e, assim, o segundo colocado não deveria assumir.

Na 8ª Zona Eleitoral, em Coari, o processo originário foi extinto. Entretanto, os partidos recorreram em julho de 2014 ao TRE-AM.

Instabilidade

O município vive uma instabilidade política desde a prisão do prefeito afastado, Adail Pinheiro, por supostos crimes sexuais contra menores, em fevereiro de 2014. De janeiro deste ano até abril, quatro prefeitos se revezaram em Coari.

Igson Monteiro, o vice, Igson renunciou, no dia 9 de fevereiro deste ano, após pressão popular. No dia 14 de janeiro, ocorreu uma verdadeira revolta popular no município, quando populares incendiaram casas de Igson, e depredaram o carro dele e o prédio da Câmara Municipal. O motivo da revolta eram atrasos no pagamento dos servidores.

O irmão de Igson, Iliseu Monteiro, então presidente da Câmara, assumiu a prefeitura após a renúncia dele. Depois da anulção da eleição da Câmara Municipal, Iliseu deixou a prefeitura e o vereador Carlos Alves assumiu a Casa, e posteriormente a prefeitura, com a vacância do cargo de prefeito.

Um grupo de oito vereadores, entre eles parlamentares ligados ao ex-prefeito Adail, liderados por Iranilson Medeiros, pediram à Justiça a realização de nova eleição na Câmara. No dia 18 deste mês, Iranilson foi eleito presidente. E hoje é prefeito interino.

publicidade
publicidade
Paulo Guedes deixou claro que não acaba com a ZFM porque é lei mas vai matá-la à míngua, diz senador
LDO de 2020 prevê reestruturação da carreira militar e exclui reajuste para servidores
publicidade
publicidade
publicidade
publicidade

publicidade
publicidade

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.