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Tribunal absolve ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em caso de escândalo sexual

Absolvição aconteceu quatro anos após acusação de assédio sexual feita por uma camareira de um hotel em Nova York 12/06/2015 às 09:19
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Na época do escândalo, Strauss-Kahn pretendia se tornar presidente da França
Pierre Savary e Brian Love (Reuters) Lille (França)

Um tribunal francês absolveu nesta sexta-feira (12) o ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional Dominique Strauss-Kahn de acusações de que havia realizado orgias com prostitutas.

A absolvição aconteceu quatro anos após uma acusação de assédio sexual por uma camareira de um hotel em Nova York, que culminou com o fim das ambições de Strauss-Kahn de se tornar presidente da França.

A decisão se encaixa com a opinião expressa em fevereiro pelo procurador estadual, que pediu que Strauss-Kahn, de 66 anos, fosse absolvido por falta de provas.

"O papel de instigador não pode ser atribuído a ele", disse o juiz Bernard Lemaire enquanto lia o veredicto na presença do acusado e 13 outros. "Ele somente aproveitou os serviços sexuais de um grupo."

Strauss-Kahn e seus advogados argumentaram que ele tem um apetite por sexo violento, mas não sabia que as mulheres das festas em hotéis de Paris, Lille e Washington, em sua maioria enquanto ocupava uma posição poderosa no FMI, eram prostitutas.

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