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Tribunal de Justiça do Amazonas e Exército destroem 342 armas

A ação aconteceu na manhã desta quinta-feira (13), no 12º Batalhão de Suprimentos do Exército, localizado no quilômetro 53 da AM-010 14/11/2014 às 12:38
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O procedimento é realizado a cada dois meses com data marcada pelo próprio Exército, que acompanha todo o translado até o 12º Batalhão de Suprimentos
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Na manhã desta quinta-feira (13), o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) acompanhou a destruição de 342 armas participantes de processos arquivados ou já baixados. Esta foi segunda vez, somente este ano, que as peças foram encaminhados para o 12º Batalhão de Suprimentos do Exército – com quem o TJAM tem parceria –, no quilômetro 53 da AM-010, onde passaram pelo procedimento exigido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Segundo Anderson Cabo Verde, da Divisão de Depósito Público, das 342 peças, 300 são armas e 42 partes de equipamentos, como coronhas, canos de espingardas, entre outros. “Geralmente essas armas já estão sob a guarda do tribunal por muito tempo e precisam ser destruídas. Aliás, segundo a resolução do CNJ, após 180 dias as peças devem ser descartadas”, explica.

Cabo Verde afirma que o TJAM trabalha com a destruição de armas desde 2011, mas o Exército já realiza esse procedimento há muito tempo. “Além do tribunal, a Polícia Militar, a Federal e outras instituições já trabalham com a destruição desses objetos, fazendo com que a sociedade não tenha acesso a revólveres e outros tipos de armamento apreendidos em inquéritos”.

Passo a Passo

O procedimento é realizado a cada dois meses com data marcada pelo próprio Exército, que acompanha todo o translado até o 12º Batalhão de Suprimentos. “Em seguida é realizada a destruição manual do armamento selecionado. As peças são encaminhadas para uma máquina que as amassa e tritura. Somente após isso é que eles são expostos ao efeito de combustão, cuja função é derretê-los e transformá-los em uma placa de metal”, explica Cabo Verde, adiantado que a próxima destruição está agendada para março de 2015.

Vale ressaltar que, de acordo com a resolução do CNJ, “as armas de fogo e munições já depositadas em juízo, como objeto de processo-crime em andamento, fase de execução penal ou arquivados, deverão, no prazo de 180 dias, ser encaminhadas ao Comando do Exército para os devidos fins, salvo se sua manutenção for justificada por despacho fundamentado”.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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