Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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União Européia aprova plano para refugiados apesar de oposição do leste europeu

Diplomatas disseram que os ministros do Interior reunidos em Bruxelas votaram a favor da implementação do esquema, apoiado pela Alemanha e outras grandes potências, para conseguir lidar com a pior crise imigratória do continente desde a Segunda Guerra Mundial


A União Europeia aprovou nesta terça-feira um plano para dividir 120 mil refugiados por seus 28 países-membros, superando a oposição veemente de três ex-Estados comunistas do leste europeu.

Diplomatas disseram que os ministros do Interior reunidos em Bruxelas votaram a favor da implementação do esquema, apoiado pela Alemanha e outras grandes potências, para conseguir lidar com a pior crise imigratória do continente desde a Segunda Guerra Mundial.

O ministro da República Tcheca tuitou ter votado contra a medida, assim como seus pares de Eslováquia, Romênia e Hungria, com uma abstenção da Finlândia.

Mais cedo, Praga havia alertado que qualquer tentativa de aprovar tal plano seria impraticável e poderia terminar em um “vexame enorme” para governos e autoridades da União Europeia.

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“Logo perceberemos que o rei está nu. O bom senso perdeu hoje”, declarou o ministro do Interior tcheco, Milan Chovanec, no Twitter após a votação.

O influxo de quase meio milhão de refugiados fugindo da guerra e da pobreza no Oriente Médio, na Ásia e na África este ano mergulhou a UE em discussões sobre controle nas fronteiras e recriminações ásperas sobre como compartilhar a responsabilidade.

Os países do leste que não têm tradição de integrar uma grande quantidade de muçulmanos estão preocupados com o impacto que isso terá em suas sociedades e ansiosos para evitar qualquer gesto que possa incentivar um número ainda maior de desesperados a cruzar o Mar Mediterrâneo rumo à Europa.

“Se não formos capazes de encontrar a solução certa no longo prazo, a crise imigratória pode realmente ameaçar a existência da União Europeia. Mas não sou pessimista, acredito que encontraremos medidas conjuntas”, declarou o primeiro-ministro esloveno, Miro Cerar, à Reuters em uma entrevista.

Trinta e seis anos de prisão. Essa foi a soma da pena dedois dos quatro assaltantes que, no dia 2 de setembro do ano passado,assassinaram o sargento da Polícia Militar José Cláudio Marques da Silva, 46, o“Caju”, que trabalhava na segurança do candidato a governo do Estado ChicoPreto (PMN). No dia do crime, Caju estava acompanhando a mulher de Chico Preto,que havia sacado R$ 34 mil de uma agência bancária.

Susan Assunção da Encarnação, que segundo a polícia era a“olheira” do bando, foi condenada a 13 anos de prisão e Jhonatan Paiva Costa,que estava pilotando a motocicleta que levava o criminoso Marcelo Blanco daSilva, 26, que fez os disparos que mataram Caju, recebeu 23 anos.

Os criminosos foram sentenciados ontem pelo juiz da 8ª VaraCriminal Carlos Zamith. De acordo com o magistrado os Jhonatan e Susan são réusconfessos. Eles integravam uma quadrilha especializada em fazer assaltos apessoas que faziam  saques em bancos.

No dia do crime eles estavam acompanhados de outros doisassaltantes: Marcelo e Frank Rodrigues Rocha, 35, que  foram mortos em confronto com a polícia nodia 8 de setembro do mesmo ano.

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