Domingo, 29 de Novembro de 2020
DESEMPENHO

Varejo do AM tem alta de 18,1% em agosto em relação ao mesmo período de 2019

Comércio varejista amazonense ficou entre os três melhores desempenhos entre os estados do país. Números foram divulgados pelo IBGE, nesta quinta-feira (8)



show_vendas_4893ABAE-4E3F-40E6-B549-1925C424098D.jpg Foto: Divulgação
08/10/2020 às 14:13

O comércio varejista amazonense cresceu 1,1%, em agosto, na comparação com julho, a quarta alta mensal seguida, após quedas influenciadas pela pandemia em março e abril. Na comparação com agosto de 2019, o comércio do Amazonas cresceu 18,1%. No acumulado no ano, o setor também registrou crescimento (4,7%), assim como na variação dos últimos 12 meses, pois avançou 6,9%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (8) pelo IBGE.

Em agosto, o comércio amazonense registrou variação positiva de 1,1%, com relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2019, houve crescimento de 18,1%. A variação acumulada do ano foi de 4,7%, no volume de vendas;



O comércio ampliado, que inclui automóveis, peças e material de construção, cresceu somente 0,2% em agosto, frente a julho, mas na comparação com agosto de 2019, o comércio ampliado cresceu 19,8%, no Amazonas. Os números também são positivos no acumulado do ano (2,7%), e no acumulado em 12 meses (4,3%);

Tanto no volume de vendas quanto na receita nominal, o Amazonas aparece entre as três Unidades da Federação com maiores variações no período dos últimos 12 meses e no acumulado do ano.

O varejo em março apresentou queda de 16,3% em relação ao nível de fevereiro, período pré-pandemia, e a queda se estendeu a abril, quando o indicador apontou queda de 15,5% em relação a março. Esses números foram sendo rebatidos nos meses seguintes, e de forma acentuada em junho, quando o volume de vendas cresceu 34,8% em relação a maio.

Comparação com estados

A variação percentual, que compara o volume de vendas do mês atual com o mês anterior, de 1,1%, obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas na 23ª posição entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os de Tocantins, com -2,4%, Rio Grande do Sul, com -0,2%, e São Paulo, com 0,4%; e os melhores desempenhos foram os do Acre, com 15,6%, Rondônia, com 12,8% e Amapá, com 12,1%.

E se não houve grande variação no mês agosto, em relação a julho, a variação percentual acumulada no ano, de 4,7%, obtida em agosto, posicionou o comércio varejista do Amazonas como o segundo maior crescimento entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os do Ceará (-10,9%), Bahia (-7,9%) e Rondônia (-7,7%). E os melhores desempenhos, os do Pará, com 5,9%, Amazonas, 4,7%, e Santa Catarina, com 4,2%.

Receita Nominal

Em agosto, a receita nominal de vendas do comércio varejista amazonense foi de 1,8%, frente a julho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do comércio varejista no Amazonas alcançou 23,6%. No acumulado do ano, o setor apresentou 10,2%, em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 11,9%. Lembrando que a receita nominal é o indicador que não sofre a deflação do período em seu cálculo. Nesse cenário, todos os indicadores apresentam saldo positivo.

A variação percentual, que compara a receita nominal do mês atual com o mês anterior, de 1,8% obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas na 22ª posição entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os de Tocantins, com -4,6%, Rio Grande do Sul, com -1,2%, e Roraima, com 0,9%. E os melhores desempenhos foram os do Acre, com 14,3%, Amapá, com 12,8%, e Piauí, com 12,5%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 10,2%, obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas na segunda posição entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os do Ceará, com -7,0%, Rondônia, com -6,2%, e Distrito Federal, com -6,0%. Os melhores desempenhos foram os do Pará, com 10,9%, Amazonas, com 6,2%, e Maranhão, com 8,5%.

Varejo ampliado

Em 2020, varejo ampliando tem alta de 19,8% em relação a agosto do ano anterior

O volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, teve alta de 0,2% em relação a julho, reduzindo o ritmo de crescimento com relação ao mês anterior (8,4%). Frente a agosto de 2019, houve aumento expressivo de 19,8%, no Amazonas. No acumulado do ano, o varejo ampliado soma crescimento de 2,7%. O acumulado em 12 meses também aponta crescimento (4,3%).

A variação percentual, que compara o volume de vendas do comércio varejista ampliado do mês atual com o mês anterior, de 0,2%, obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas entre os que tiveram as menores variações, com relação às outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os de Roraima, com -7,0%, Amazonas, com 0,2%, e Tocantins, 0,2%. Já os melhores desempenhos foram os do Piauí, com 20,2%, Acre, com 12,6%, e Sergipe, com 9,6%.             A variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 2,7%, obtida em agosto, posicionou o comércio varejista do Estado do Amazonas na terceira posição entre as demais Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os da Bahia, com -12,1%, Ceará, com -10,4%, e Sergipe, com -9,3%. E os melhores desempenhos foram os de Tocantins, com 6,0%, Pará, com 4,1%, e Amazonas, com 2,7%.

Receita nominal de vendas no comércio ampliado

Em agosto, a receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado amazonense foi de 1,3%, frente a julho, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o comércio varejista ampliado no Amazonas apresentou crescimento significativo de 24,7%. No acumulado do ano, o setor apresentou a taxa de 7,1% de crescimento, em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 8,5%. Dessa forma, todos os índices do comércio ampliado foram positivos.

A variação percentual, que compara a receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado do mês atual com o mês anterior, de 1,3%, obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas na 25ª posição entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os de Roraima, com -1,0%, Tocantins, com -0,1%, e Amazonas, com 1,3%. E os melhores desempenhos foram os do Piauí, com 18,5%, Acre, 12,7%, e Mato Grosso, com 10,6%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de 7,1%, obtida em agosto, colocou o comércio varejista do Amazonas na terceira posição entre as outras Unidades da Federação. Os piores desempenhos foram os da Bahia, com -9,2%, Distrito Federal, com -6,8%, e Ceará, com -6,6%. Os melhores desempenhos foram os do Pará, com 8,2%, Tocantins e Amazonas, ambos com 7,1% de variação.

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