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Vendas de lanchas e iates seguem aquecidas em Manaus

Procura por lanchas, jet skis e até iates mantém movimentação intensa em lojas especializadas de Manaus. Expectativa é de mais crescimento em 2015 10/01/2015 às 20:03
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A crise econômica passou longe do setor náutico, que mantém vendas em alta
Antônio Barros Jr Manaus (AM)

Mesmo com todas as oscilações do mercado ao longo de 2014, o setor náutico continua aquecido, seguindo a tendência verificada nos veículos de alta potência, que foram pouco impactados pela retração do crédito. Lanchas, iates e jet-skis continuam sendo muito procurados pelos apaixonados que podem investir na aquisição desses veículos.

Embora o “lazer” seja destinado apenas para as classes A, AB e B – por conta de despesas como marinas, combustível, manutenção e troca de óleo serem elevadas – a comercialização dos transportes aquáticos permanece em alta. Com os preços das lanchas variando entre R$ 100 mil até R$1,5 milhão, e com jets a partir de R$ 28 mil (valor equivalente ao o de um carro popular zero), a venda das embarcações continua quente no setor.

De acordo com Gabriel Dantas, um dos vendedores da loja Jet Tech, na comparação com 2013, o mercado apresentou avanços no ano passado. “Teve uma melhora significativa nas vendas em 2014. Houve uma diferença positiva”, disse Dantas.

Ele informou ainda que a demanda maior de clientes na importadora é por embarcações de proa aberta. “Hoje as pessoas procuram muito mais os barcos tradicionais, pois são os que têm mais espaço. Mas temos também a procura por Iates, que são os barcos mais refinados, com suítes e um requinte a mais”, comenta o vendedor.

Gabriel informou ainda qual é a principal embarcação que mais tem chamado atenção do consumidor. “Temos os barcos que giram mais, que são embarcações de 19 a 30 pés”, explicou.

Ano de venda

Com lanchas Baylainer - cujos preços variam de R$ 450 mil a R$ 460 mil -, e as Monterey, de R$ 520, Rafael Borges, vendedor da Braga Import, fez um rápido comparativo para a reportagem de A Crítica sobre as vendas. “Todo ano é diferente. Quando surgimos em 2010, vendemos as lanchas todos os meses. Depois, em 2011 vendemos bem. 2012 foi péssimo e em 2014 foi um ano bom. Sempre tem uma novidade, uma surpresa, o que nos ajuda na venda”, explicou.

Rafael fez ainda um comparativo mais específico. “Se compararmos o primeiro semestre de 2014 com o de 2013, posso afirmar que o mercado está muito bem. Teve um mês em 2014 que, em uma semana, conseguimos fazer cinco vendas. O que nos mostra que estamos no caminho certo”, disse Rafael. As expectativas para 2015 são as melhores possíveis já que não haverá o empecilho da Copa e das eleições.

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