Sexta-feira, 22 de Outubro de 2021
Dados

Vendas do comércio no Amazonas caem 1,5% em julho, mostra IBGE

Ao contrário do resultado do Amazonas, o volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 1,2% em julho



fee5e4db58b4b384537bf_D99382BF-687E-43B7-9A11-BBBE9B241A07.jpg Foto: Reprodução
10/09/2021 às 16:23

Segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (10) pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista no Amazonas caiu 1,5% em julho, na comparação com o mês anterior, registrando a segunda taxa negativa consecutiva. Houve queda, também, na comparação com o mesmo mês do ano passado (-9,7%). Mas, apesar desses resultados negativos, no ano, o varejo do estado acumula crescimento de 4,3% e, nos últimos doze meses, as vendas cresceram 8,2%.

Em comparação com o mês de junho, o comércio varejista teve variações positivas em 19 das 27 unidades da federação em julho, com destaque para os estados de Rondônia (17,5%), Santa Catarina (12,5%) e Paraná (11,1%). No campo negativo, as maiores quedas ficaram com os estados de Minas Gerais (-2,1%), Distrito Federal (-1,5%), Rio Grande do Norte (-1,5%) e Amazonas (-1,5%).

Ao contrário do resultado do Amazonas, o volume de vendas do comércio varejista no país cresceu 1,2% em julho, na comparação com o mês anterior, registrando a quarta taxa positiva consecutiva. No ano, o varejo no país acumula crescimento de 6,6% e nos últimos doze meses, cresceu 5,9%.

De acordo com os dados do país, os resultados positivos vieram dos setores de tecidos, vestuário e calçados (42,0%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (36,8%), combustíveis e lubrificantes (6,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,8%).

Também quatro setores tiveram recuo no indicador: livros, jornais, revistas e papelaria (-23,2%), móveis e eletrodomésticos (-12,0%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,8%).

RECEITA NOMINAL DO VAREJO

A receita nominal do varejo, ao contrário do volume de vendas, registrou alta em julho (0,5%), no Amazonas; crescimento de 17,6% na variação acumulada no ano, e 18,9% de alta na variação acumulada nos últimos 12 meses. No país, também houve alta no índice de receita nominal de vendas (2,2%).

O avanço de 0,5% na receita nominal de vendas do comércio varejista do Amazonas, entre junho e julho de 2021, foi uma das mais baixas variações entre as unidades da federação, mais alta somente que a do Ceará (-0,6%), Distrito Federal (-0,5%) e Maranhão (0,4%). As maiores variações foram as observadas em Rondônia (26,9%), Mato Grosso do Sul (14,1%) e Santa Catarina (13,3%).         

VAREJO AMPLIADO

Em julho, o volume de vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis, peças e material de construção, também obteve resultado negativo (-1,3%), em relação ao mês anterior, no Amazonas. Houve queda também, de 10,8%, em julho, na comparação com julho de 2020. No país, a variação mês/mês anterior foi positiva (1,1%), assim como foi positivo o resultado da comparação entre julho de 2021 e julho de 2020 (7,1%).

No acumulado no ano, a variação apresenta resultado positivo, alcançando 7,3% de crescimento, no Amazonas; assim como a variação acumulada nos últimos 12 meses, com crescimento de 11,5%. 

A queda na variação mensal do volume de vendas do varejo ampliado amazonense (-1,3%) em julho, foi a 5ª maior entre as unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Maranhão (-2,6%), Rio Grande do Norte (-2,2%) e Sergipe (-2,2%); e os melhores desempenhos foram os de Santa Catarina (6,7%), Paraná (6,2%) e Mato Grosso do Sul (5,3%).      

RECEITA DO VAREJO AMPLIADO

Em julho, o volume da receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado amazonense também fechou em queda (-0,1%), frente a junho. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 2,9%. No acumulado do ano, o setor apresenta alta de 20,7%, e, no acumulado dos últimos doze meses, o indicador avança 22,1%.

A queda na variação mensal da receita de vendas do varejo ampliado do Amazonas (-0,1%), em julho, foi a 6º maior entre as unidades da federação. As maiores quedas foram as de Paraíba (-0,5%), Espírito Santo (-0,5%) e Sergipe (-0,4%); e as maiores altas as de Santa Catarina (8,0%), Paraná (7,7%) e Mato Grosso do Sul (6,0%).

*Com informações do IBGE Amazonas.




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