Terça-feira, 18 de Maio de 2021
Queda nas vendas

Vendas no varejo do Amazonas sofrem queda de 29,7%, em janeiro

O resultado é reflexo das medidas de restrição aplicadas no comércio do Estado para conter a pandemia da Covid-19, que passava por momento crítico, no Estado, em janeiro



show_show_comercio-fechado-manaus__Lucas_Silva_7B0AB7C1-DABA-4A7B-B4FB-4159FA9B9628.jpg Foto: Arquivo AC
12/03/2021 às 15:55

A variação registrada em janeiro de 2021, de -29,7%, na comparação com dezembro de 2020, representa a maior queda no volume de vendas do comércio varejista do Estado em um mês, desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE.

O resultado negativo do Amazonas no primeiro mês do ano é reflexo das medidas de restrição aplicadas no comércio do Estado para conter a pandemia da Covid-19, que passava por momento crítico, no Estado, em janeiro. No Brasil como um todo, a situação era diferente, e o volume de vendas do comércio varejista no país ficou estável em janeiro, na comparação com dezembro de 2020, variando em -0,2%.



Destaques

Em janeiro, o comércio amazonense registrou queda de 29,7%, com relação ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2020, houve queda de 24,3%. A receita nominal do varejo também registrou queda expressiva (-25,5%);

Em janeiro de 2021, o varejo ampliado, que inclui automóveis, peças e material de construção, teve queda de 33,9% em relação a dezembro de 2020. O volume de vendas no comércio ampliado caiu 32,2% em janeiro de 2021, frente a dezembro de 2020. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a queda foi de 17,2%.

Volume de Vendas

Em janeiro de 2021, o volume de vendas do comércio varejista amazonense caiu 29,7%, frente a dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o desempenho do comércio varejista no Estado foi de -24,3%. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador caiu para 4,5%, em janeiro; em dezembro, o acumulado era de 7,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (12) pelo IBGE.  

Comparação com as outras Unidades da Federação

A variação percentual, que compara o volume de vendas do mês atual com o mês anterior, de -29,7%, obtida em janeiro colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com -29,7%, Rondônia, com -9,1% e Ceará, com -4,9%. E os melhores desempenhos foram os de Minas Gerais, com 8,3%, Tocantins, com 3,7% e Acre, com 1,1%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de -24,3% obtida em janeiro, colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com –24,3%, Rondônia, com -8,6% e Distrito Federal, com –8,3%. E os melhores desempenhos, os do Amapá, com 17,7%, Minas Gerais, com 11,9% e Pará, com 9,8%.

Receita Nominal de vendas

Em janeiro de 2021, a receita nominal de vendas do comércio varejista amazonense foi de -25,5%, frente a dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do comércio varejista no Amazonas caiu 14,0%. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador segue com resultado positivo, 11,1%.

A variação percentual, que compara a receita nominal do mês atual com o mês anterior, de -25,5%, obtida em janeiro, com ajuste sazonal, também colocou o comércio varejista do Estado na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com –25,5%, Rondônia, com –8,7%, e Mato Grosso, com –4,6%. Os melhores desempenhos foram os de Minas Gerais, com 7,9%, Tocantins, com 5,1% e Amapá, com 2,0%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, de -14,0% obtida em janeiro, também colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com -14,0%, Rondônia, com -7,8%, e Distrito Federal com -3,8%. E os melhores desempenhos, os do Amapá, com 24,1%, Minas Gerais, com 22,7% e Pará, com 18,5%.

Em janeiro de 2021, varejo ampliado tem queda de 33,9% em relação a dezembro de 2020

De acordo com a pesquisa, Comércio Ampliado é o comércio normal mais a comercialização de automóveis, peças e material de construção. Em janeiro de 2021, o volume de vendas do comércio varejista ampliado amazonense caiu 33,9%, frente a dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o comércio varejista ampliado no Amazonas caiu 26,9%. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador foi positivo (4,4%), mas acumulava 7,5%, em dezembro de 2020.

A variação percentual, que compara o volume de vendas do comércio varejista ampliado do mês atual com o mês anterior, de -33,9%, obtida em janeiro de 2021, colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com -33,9%, Rondônia, com -5,8% e Distrito Federal, com -4,7%. E os melhores desempenhos, os de Tocantins, com 6%, Minas Gerais, com 4,2% e Goiás, com -0,3%, mesmo com índice negativo.

A variação percentual acumulada no ano, que compara o volume de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, que caiu 26,9% em janeiro, colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com –26,9%, Distrito Federal, com -10,9%, e Rio Grande do Sul, com -9,2%. E os melhores desempenhos foram os do Amapá, com 13,4%, Minas Gerais, com 7,5% e Roraima, com 7,5%.

Receita nominal de vendas no comércio ampliado

Em janeiro, a receita nominal do comércio varejista ampliado amazonense caiu 32,2%, frente a dezembro de 2020, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o comércio varejista ampliado no Amazonas teve queda de 17,2% na receita nominal. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador alcançou 10,3%.

A variação percentual, que compara a receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado do mês atual com o mês anterior, de -32,2% obtida em janeiro, colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com -32,2%, Rondônia, com -3,4% e Piauí, com -2,8%. E os melhores desempenhos, os de Tocantins com 7%, Minas Gerais, com 5,6% e Espírito Santo, com 1,3%.

A variação percentual acumulada no ano, que compara a receita nominal de vendas do período atual com o mesmo período do ano anterior, que caiu 17,2% em janeiro de 2021, colocou o comércio varejista do Estado do Amazonas na última posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas, com -17,2%, Distrito Federal, com -3,7%, e Rio Grande do Sul, com -1,0%. E os melhores desempenhos foram os do Amapá, com 20,1%, Minas Gerais, com 19,7% e Roraima, com 16,4%.

News portal1 841523c7 f273 4620 9850 2a115840b1c3
Jornalismo com credibilidade

Mais de Acritica.com

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.