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Vereador Professor Samuel tenta voltar para partido do qual foi expulso no AM

Parlamentar manifestou intenção de permanecer no Partido Popular Socialista (PPS), de onde foi expulso após votar contra a orientação do partido 06/01/2015 às 12:13
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Vereador Professor Samuel espera que a comissão de ética do PPS resolva anular sua expulsão do partido
Jornal A Crítica ---

Vereador tenta reverter expulsão Expulso por uma ala de integrantes da Executiva Estadual do Partido Popular Socialista (PPS) no Amazonas, o vereador Professor Samuel afirmou que quer continuar na legenda por se identificar com a ideologia do partido. “Não vi motivo concreto para essa decisão e gostaria muito de ficar no PPS, partido que estou há mais de dez anos. Até agora, não fui notificado dessa decisão e não temos conhecimento de processos judiciais”, disse o parlamentar

De acordo com o vereador, a expulsão dele do partido se deu sem que houvesse um processo formal, o que comprometeria a legitimidade do ato.

No último dia 21, durante uma reunião, um grupo de filiados da legenda resolveu expulsar o vereador após ele votar em um candidato ligado à base do prefeito Arthur Neto (PSDB) para a presidência da Câmara de Manaus. Por meio de sua assessoria de imprensa, o vereador ressalta que, pela Lei Orgânica do Município (Loman), cabe exclusivamente ao parlamentar a decisão pela votação do presidente do Parlamento.

Uma semana após o encontro que resultou na expulsão do vereador, a presidência do PPS convocou membros da Comissão de Ética para analisar esse procedimento. “Espero que na Comissão de Ética esse mal entendido seja desfeito e esse grupo específico do PPS perceba que cometeu um equívoco”, finalizou Samuel.

Professor Samuel foi eleito vereador de Manaus em 2012 com 3.810 votos, ficando com a primeira vaga do PPS. Ao tomar posse, assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e a vice-presidência da Comissão de Educação da Casa.

Em dois anos de mandato, ele protocolizou 25 projetos de lei (onde alguns foram aprovados e sancionados e outros estão em tramitação) e 798 ações (requerimentos, ofícios, indicações e encaminhamentos) junto à Prefeitura de Manaus, solicitando serviços públicos.

Foi responsável pelo projeto de lei que garantiu o tombamento histórico da sede do Atlético Rio Negro Clube, que corria o risco de ser leiloado para o pagamento de dívidas.

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