Domingo, 21 de Abril de 2019
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PEDIDO

‘Vocês podem ir lá ajudar a financiar nossas rodovias’, diz Paulo Guedes nos EUA

Ministro faz parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro, que está em visita oficial aos EUA e nesta terça-feira (19) terá um encontro bilateral o líder norte-americano Donald Trump


18/03/2019 às 22:18

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou desta segunda-feira (18), em conferência na Câmara de Comércio dos Estados Unidos, em Washington, nos Estados Unidos, que o Brasil está em busca de parcerias econômicas e que abrirá o mercado para investimentos externos.

O discurso foi realizado no evento "Brazil Day", organizado pelo conselho empresarial Brasil e Estados Unidos. Guedes aproveitou a ocasião para convidar os empresários do país a investirem em projetos brasileiros. "Vocês podem ir lá ajudar a financiar nossas rodovias, ir atrás de concessões de petróleo e gás. Daqui a três, quatro meses, vamos vender o pré-sal. Todos vão estar lá: chineses, americanos, noruegueses", afirmou.

O ministro faz parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro, que está em visita oficial aos EUA e nesta terça-feira (19) terá um encontro bilateral o líder norte-americano Donald Trump.

Citando a forte presença chinesa na economia nacional, atualmente o maior comprador de produtos brasileiros, Guedes disse que o país carece de infraestrutura e espera por ampliação de negócios com seus parceiros tradicionais. "Com problemas seríssimos em infraestrutura, os chinenes querendo entrar, temos minerais, terra arável, então, claro, eles querendo entrar e nós olhando para os nossos parceiros", acrescentou.

Guedes fez um balanço da política econômica das últimas décadas e apontou o crescimento dos gastos públicos como uma herança problemática do país. "A expansão descontrolada de gastos públicos durante 40 anos produziu a sequência de crises na taxa de cambio, inflação altíssima e, mais recentemente, o que podemos chamar de bola de neve do endividamento", disse.

Segundo ele, o Brasil "constrói uma Europa a cada ano", ao pagar dívida de mais de US$ 100 bilhões anuais, em referência ao Plano Marshall, que foi um projeto de investimento dos Estados Unidos para a reconstrução dos países aliados da Europa nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial.

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