Publicidade
Cotidiano
Notícias

Wilker Barreto se posiciona na CMM contra qualquer sinal de golpe político no Brasil

'Só porque eu não gosto do PT, não é motivo para derrubar o governo', disse o presidente da Casa, ao dizer que qualquer tentativa de golpe é mais danosa do 'que o governo que aí está' 17/08/2015 às 16:50
Show 1
Vereador expressou sua opinião, após as manifestações, ocorridas em várias cidades do Brasil contra o governo federal no último domingo (16)
ACRITICA.COM* Manaus (AM)

Durante discurso na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM), na manhã desta segunda-feira (17), o presidente da Casa, vereador Wilker Barreto (PHS), posicionou-se contra qualquer "sinal de golpe político a governo constituído de forma democrática".

O parlamentar expressou sua opinião, após as manifestações, ocorridas em várias cidades do Brasil contra o governo federal no último domingo (16), quando vários protestantes solicitavam o impeachment da atual presidente da República, Dilma Rousseff (PT).

“Eu sou totalmente contrário a qualquer sinal de golpe. Isso, para mim, é mais danoso do que o governo que aí está. O que se percebe nas ruas, e isso não é só de agora, já começou nas eleições de 2014, quando o País ficou dividido, um povo mais crítico e maduro. Eu só posso pensar em um processo de Impeachment se houver fatos, não suposições. Fora isso, só porque eu não gosto do PT, não é motivo para derrubar o governo”, supôs Barreto.

No entanto, o presidente da Câmara ainda ressaltou, em seu discurso, que o lado positivo das manifestações populares é justamente o fato da população está mais atenta ao que acontece na política brasileira.

“Mas, nós temos que fazer nosso dever de casa, por isso que eu sou um ardo defensor do trabalho desta Casa, eu sei, o quanto trabalha cada um dos vereadores, de forma diária. Por isso, a importância da TV aberta para a Câmara, porque o cidadão que tem interesse – e ser cidadão é ter conhecimento dos seus direitos e deveres – vai poder fiscalizar e acompanhar seu parlamentar. É uma incoerência você se deparar com eleitor que, com menos de dois anos, não sabe em que votou. Ele é tão culpado quanto aquele que votou e elegeu errado”, defendeu.

*Com informações da assessoria

Publicidade
Publicidade