Quinta-feira, 20 de Janeiro de 2022
Em Baixa

Comércio amazonense tem queda de 1,5% nas vendas do mês de agosto, aponta IBGE

Apesar do resultado negativo, no ano, o varejo do Estado ainda acumula crescimento de 1,8% e 5,5% nos últimos doze meses



88243199_E1D6C986-0FA6-4C63-9DE0-FEA298DBD0AF.jpg Foto: Hermes de Paula
06/10/2021 às 15:37

De acordo com levantamento do IBGE, o volume de vendas do comércio varejista no Amazonas caiu 1,5% em agosto, na comparação com o mês anterior (-2,8%), registrando a terceira taxa negativa consecutiva. Segundo o órgão, houve queda, também, na comparação com o mesmo mês do ano passado (-11,2%). Mas, apesar desses resultados negativos, no ano, o varejo do Estado ainda acumula crescimento de 1,8% e, nos últimos doze meses, as vendas cresceram 5,5%.

No país, o volume de vendas do comércio varejista recuou 3,1% em agosto, na comparação com o mês anterior (2,7%). Mais da metade das atividades comerciais pesquisadas caíram no período. No ano, o varejo acumula alta de 5,1% e nos últimos doze meses, crescimento de 5,0%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (6) pelo IBGE.

O comércio varejista teve resultados negativos em 24 das 27 unidades da federação em agosto frente a julho, com destaques para Rondônia (-19,7%), Paraná (-11,0%), Mato Grosso (-10,9%), Acre (-10,2%) e Santa Catarina (10,1%). Os três estados que ficaram no campo positivo foram Ceará (2,0%), Maranhão (1,0%) e Roraima (0,3%).

Já no comércio varejista ampliado, a variação negativa foi seguida por 20 das 27 unidades da federação, sendo as principais Amapá (-9,2%), Paraná (-9,0%) e Rondônia (-7,4%). Por outro lado, registraram as principais altas o Pará (1,3%), Ceará (1,1%) e Sergipe (1,1%). O Alagoas ficou estável (0,0%).

Receita nominal do varejo

A receita nominal do varejo, assim como o volume de vendas, registrou queda em agosto (-0,4%) de 2021, no Amazonas. No país, também houve queda no índice mensal de receita nominal de vendas (-1,8%).

Mas, apesar da queda da receita nominal de vendas, o Amazonas obteve crescimento de 2,6%, em agosto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, e também na variação acumulada no ano (15,2%) e na variação acumulada nos últimos 12 meses (16,9%). 

Varejo ampliado

Em agosto, o volume de vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis, peças e material de construção, também obteve resultado negativo (-0,6%), em relação ao mês anterior, no Amazonas. Houve queda também (-10,7%), em agosto, na comparação com agosto de 2020. No país, a variação mês/mês anterior também foi negativo (-2,5%), e não houve variação no resultado da comparação entre agosto de 2021 e agosto de 2020 (0%).

No acumulado no ano, a variação apresenta resultado positivo, alcançando 4,5% de crescimento, no Amazonas; assim como a variação acumulada nos últimos 12 meses, com crescimento de 8,5%.

A variação percentual acumulada no ano (janeiro a agosto), de 4,5%, colocou o comércio varejista ampliado do Amazonas na penúltima posição entre as outras unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Distrito Federal, com 2,3%, Amazonas, com 4,5%, e Tocantins com 5,1%. E os melhores desempenhos foram os Piauí com 24,6%, Pernambuco, com 23,2%, e Rondônia, com 22,5%.  

Receita do varejo ampliado

Em agosto, o volume da receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado amazonense fechou em alta (0,3%), frente a julho. Apesar disso, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 2,5%. No acumulado do ano, o setor apresenta alta de 17,8%, e, no acumulado dos últimos doze meses, o indicador avança 19,9%.




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