Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019
CONSUMO

Especialistas ensinam como economizar em serviços de assinatura digital

Assinatura de serviços como Spotify, Uber, Netflix e Avast podem ser mais baratos que o usual



tudo_na_ponta_do_l_piz_8F7EDEBF-48F1-428B-A987-7361FED4E596.jpg Assinatura de serviços como Netflix, Spotify, YouTube premium e antivírus podem ficar mais baratos em pacotes familiares. Foto: Reprodução/Internet.
21/10/2019 às 16:04

Fazer parte da segunda década do século XXI e não assinar algum serviço digital é estar atrás de todas as inovações do conforto do dia a dia. A questão, contudo, parte do ponto de desfrutar do melhor da atualidade com consciência: como não deixar de fora do orçamento doméstico a assinatura de serviços como Spotify, Uber, Netflix, Avast, iFoods, e outra infinidade de serviços.

A velha dica e ainda útil segundo especialistas é planejar com o lápis, ou digitalmente, o orçamento doméstico; a partir do conhecimento das finanças e gastos será possível traçar um caminho para não só saber o limite das despesas, mas selecioná-las de acordo com a receita de cada pessoa.



Adotar planos de consumo coletivos são pontos importantes quando se procura gastar bem o dinheiro, recomendou o educador financeiro André Torbey. “A prestação do serviço varia de acordo com o que você paga. Há os planos familiares (com mais serviços acoplados), que não necessariamente precisam ser divididos entre a família. O mais acessível é dividir a conta com alguém”, indicou.

O desejo de querer o pacote de assinatura mais completo é um dos mais perigosos também, ele continua. Mesmo com o encanto das aparentes promoções e funções premiuns, o desafio do valor cumulativo deve ser bem avaliado, disse Torbey.

“Pelos valores serem baixos, o preço individual não assusta de primeira, mas quando percebe torna equivalente a contas grandes (como viagens de aplicativos de transporte). O ideal é fazer uma análise crítica para ver qual serviço é mais importante e como as plataformas se diferem uma da outra”, completou.

MúsicaTidal, Last.fm, Napster, iTunes, GVT Music ou os mais populares Google Music, Spotify e Deezer. Criar playlists para cada humor da semana, baixar áudios ou escutar tudo sem propaganda é o que a maioria quer, sem estar enrolado.

No Spotify há pacotes que permitem economizar. Para estudantes, depois do período gratuito, é cobrado R$ 8,50/mensal pedindo apenas um documento de comprovação. Já o Deezer em parceria com a Tim oferece o serviço gratuito para clientes TimBeta.

Transporte

Uma boa solução para o descontrole das viagens pequenas somarem uma fatura gigante no fim do mês é dinheiro pré-pago. Tanto em cartão independente, como no próprio aplicativo do Uber, existe o jeito de colocar uma quantia certa de dinheiro e usar somente aquilo por um período de tempo que você determina.

O cenário ideal é que o valor do entretenimento no orçamento não ultrapasse de 15%. Assim, o restante será usado para poupar e investir. Em perfis de solteiros, a meta estende a no máximo 25%.

Pontos para a economia

Bruno Silva - Pesquisador

"Preferi ter contas bancárias digitais porque além de não pagar taxa e a anuidade ser pouca, a cada compra que faço ganho pontos num sistema de troca que abate os valores de uso de serviços digitais, como o Uber por exemplo.

Eu consigo usar o Spotify sem pagar nada, porque a minha faculdade, que custa quase R$ 800, gera pontos o bastante para cobrir a fatura mensal do streaming de música.

Quanto mais a loja ou o serviço for parceria do banco, a pontuação é multiplicada por mil dependendo do negócio. Então eu economizo mais de R$ 100 ao mês."

Pontos

Selecione: Conforme a sua renda, nem todos os serviços caberão no bolso. Prefira streaming digital ou TV a cabo.

Renovações: A maioria dos serviços passa a cobrar após o período gratuito. Atenção às renovações!

Acompanhe: O melhor jeito de saber o que gastou é olhar a fatura e o extrato.

Repórter de A Crítica

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