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Artur diz que Marcelo tenta criar factoide e promete processá-lo por calúnia eleitoral

Após Marcelo dizer que Artur confecciono panfletos apócrifos, prefeito diz que adversário agiu com irresponsabilidade e questiona caráter do ex-deputado 09/09/2016 às 19:02
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Marcelo fez acusações contra Artur, que respondeu dizendo que o adversário não tem provas sobre o que fala / Foto: Rhenata Guerreiro / CREA
acritica.com Manaus (AM)

A coligação 'Uma Só Manaus', do prefeito Artur Neto, afirmou, por meio de nota oficial, que irá processar o candidato da coligação 'Mudança para Transformar', Marcelo Ramos, por calúnia eleitoral. A nota foi distribuída pouco depois de uma coletiva de imprensa em que o candidato Marcelo Ramos acusou Artur de ser o responsável por panfletos apócrifos com os dizeres "Melo é Marcelo. Marcelo é Melo". 

Na nota, a coligação afirma que as acusações disparadas por Marcelo Ramos foram feitas sem prova e que o candidato promoveu "um triste espetáculo". "O triste espetáculo que hoje testemunhamos nos leva a refletir sobre as reais intenções e, quem sabe, sobre o caráter do candidato e sua perspectiva em relação ao presente processo eleitoral", diz a nota.

Em outro trecho, a coligação de Artur afirma que "se pauta pela integridade e por uma trajetória limpa, em respeito a todos os candidatos que dela participam, sem qualquer palavra ou ação contra quem quer que seja". Para a coligação, Marcelo tentou criar um factoide similar a um episódio ocorrido nas eleições municipais passadas, quando a então candidata Vanessa Grazziotin disse ter sido atingida por um ovo quando chegava a um debate. "Nesta versão, a ‘Farsa do panfleto’ tenta arrastar este processo eleitoral para o circo criado pelo próprio candidato". 

Diante disso, ressalta a nota, "o prefeito tomará todas as medidas legais cabíveis contra essas absurdas alegações, incluindo a promoção da terceira notícia crime contra Marcelo Ramos nesse pleito, dessa vez por calúnia eleitoral".

Confira a íntegra da nota:

Nota da Coligação  'Por Uma Só Manaus'

A  coligação ‘Por Uma Só Manaus’ lamenta as declarações do candidato Marcelo Ramos, que, mesmo sem qualquer prova, acusa frontalmente o prefeito de realizar uma campanha apócrifa nas ruas da cidade. O triste espetáculo que hoje testemunhamos nos leva a refletir sobre as reais intenções e, quem sabe, sobre o caráter do candidato e sua perspectiva em relação ao presente processo eleitoral. 

Desde o primeiro dia de campanha, esta coligação se pauta pela integridade e por uma trajetória limpa, em respeito a todos os candidatos que dela participam, sem qualquer palavra ou ação contra quem quer que seja. Prova disso é que não há sequer uma ação procedente no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) contra a propaganda de Arthur Virgílio Neto e Marcos Rotta, desde o dia 26 de agosto, quando as emissoras de rádio e televisão passaram a exibir o horário eleitoral gratuito.

Marcelo Ramos age com irresponsabilidade e desespero ao tentar criar um factoide, que muito lembra o episódio conhecido como ‘A farsa do ovo’. Nesta versão, a ‘Farsa do panfleto’ tenta arrastar este processo eleitoral para o circo criado pelo próprio candidato.

Sem o mais remoto elemento para alicerçar suas alegações, o candidato Marcelo Ramos – de forma absolutamente infundada – convocou uma coletiva de imprensa para fazer acusações desairosas contra o atual prefeito. As imputações são caluniosas, pois  simplesmente não é verdade que tais panfletos tenham qualquer relação com a nossa campanha.

Diante disso, o prefeito tomará todas as medidas legais cabíveis contra essas absurdas alegações, incluindo a promoção da terceira notícia crime contra Marcelo Ramos nesse pleito, dessa vez por calúnia eleitoral.

A coligação  ‘Por Uma Só Manaus’ reitera que continuará fazendo uma campanha limpa,  transparente e propositiva, como devem ser as eleições, momento maior da democracia, quando as candidaturas detalham suas propostas para a construção de uma cidade melhor, mais justa, fraterna e inclusiva, como Arthur Virgílio Neto sempre defendeu ao longo de sua trajetória política.

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