Domingo, 15 de Setembro de 2019
CLIMA MORNO

Em clima morno, seis candidatos ao Governo se enfrentaram no debate da TV Band

O debate foi marcado pela ausência dos candidatos Amazonino Mendes (PDT) e Eduardo Braga (PMDB)



be6270cf-33b2-488b-af9c-5f8aa6066c34.jpg Foto: Evandro Seixas
18/07/2017 às 00:00

Com clima morno, seis dos nove candidatos ao Governo do Estado se enfrentaram no debate realizado pela TV Band Amazonas na noite desta segunda-feira (17), em Manaus. O debate foi marcado pela ausência dos candidatos Amazonino Mendes (PDT) e Eduardo Braga (PMDB).

O candidato da coligação “União pelo Amazonas”, Eduardo Braga, apenas emitiu comunicado informando que não compareceria ao debate. Já o candidato Amazonino Mendes não enviou posicionamento até o fechamento da matéria.

A saúde financeira do Amazonas foi um dos principais temas do início do debate. Questões como revisão de contratos e controle dos gastos foram destaques apresentados nas propostas dos candidatos.

A candidata Liliane Araújo (PPS), que recorre junto ao TSE seu indeferimento do registro de candidatura, disse que pretende recuperar a saúde administrativa do Estado. “Precisamos rever contratos, gastos e desperdícios. Devemos fazer e pensar no cidadão”, afirmou.

O candidato Wilker Barreto (PHS) afirmou que o problema do Estado é a gestão. “Temos cinco mil contratos, os 100 maiores somam R$ 3 bilhões (...) Precisamos cortar gordura”, afirmou.

José Ricardo (PT) disse que pretende utilizar aplicativos para que a população acompanhe a gestão do Estado. “As pessoas poderão fiscalizar, acompanhar a transparência do gasto publico. Além disso, vamos revisar os gastos”.

A geração de emprego e saúde também apareceu no debate. Questionada pelo candidato José Ricardo sobre o que foi feito sobre a questão de empregos da Zona Franca, a candidata Rebecca Garcia (PP) disse que enquanto esteve à frente da Suframa se esforçou para atrair investimentos junto a empresários.

Ainda sobre a geração de emprego, o candidato Marcelo Serafim (PSB) disse que dará prioridade ao setor primário. “Pretendemos atuar em algumas frentes, pretendemos desenvolver o ecoturimos”, afirmou. “O setor primário precisa se fortalecer e produzir o que o Amazonas vai consumir. Houve um total desleixo o governo teve com o setor primário”.

Sobre a saúde, a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon) foi o eixo de uma das perguntas. Luiz Castro afirmou que é necessário fortalecer a cadeia de prevenção e tratamento do câncer. “As mulheres que chegam do interior precisam ser atendidas. Não podemos esperar mais”.

O candidato Jardel Nogueira (PPL) não participou do programa, pois não tem mais de 9 representantes na Câmara Federal, conforme resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


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