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'A Cigarra e a Formiga' deu boa lição para adultos e crianças no Teatro Direcional

A inquietação natural do público infantil foi vencida logo no primeiro ato da peça. Os pequenos observavam com atenção detalhes do figurino dos personagens e do cenário. Toda a parte visual encantou, mas o público era realmente fisgado a cada canção 08/04/2013 às 10:14
Show 1
O musical 'A Cigarra e a Formiga' transmite lições de respeito ao próximo e reconhecimento do talento de cada pessoa
Cynthia Blink Manaus, AM

Nesse fim de semana, as crianças tiraram os adultos de casa e lotaram praticamente todos os 619 lugares do Teatro Direcional, no Manauara Shopping, para assistir o musical “A cigarra e a formiga”. Fábula mundialmente famosa, escrita pelo francês La Fontaine.  O autor é conhecido por marcar suas obras com diálogos que ensinam a respeitar e compreender o próximo, a valorizar os talentos das pessoas e a planejar a vida sabendo equilibrar o tempo entre trabalho e lazer.

A inquietação natural do público infantil foi vencida logo no primeiro ato da peça. Os pequenos observavam com atenção detalhes do figurino dos personagens e do cenário. Toda a parte visual encantou, mas o público era realmente fisgado a cada canção. O primeiro personagem que se apresentou foi o Espantalho,

diretor de um espetáculo que seria apresentado na floresta para toda a bicharada. O Espantalho explicou que naquele momento começaria o ensaio e logo chegaram às atrizes: Cigarra, Joaninha e  Marreca.

O ensaio fluía bem, até que a excepcional e esnobe cantora Cigarra se revoltou e  se recusou a  dividir o palco com seres tão desafinados. Imediatamente, a briguenta Marreca reagiu ao insulto e o Espantalho junto com  Joaninha tentaram acalmar os ânimos das duas, mas não conseguiram e todos foram embora brigados. É quando entrou em cena a doce formiguinha, cantando sua história para o Dr. Besouro Zangolino, um besouro rico e bondoso, mas muito zangado.

Dr. Besouro agradou

O Dr. Besouro se comoveu com a triste história da formiga e a deixou morar em uma de suas árvores. Apesar da fama de zangado, foi na canção dele que o público mais se divertiu acompanhando a música com palmas. Os artistas da peça se encontraram novamente, o show  continuou e toda a bicharada foi convidada. Mais uma vez tudo acabaria em briga, mas a Formiga, a nova vizinha, interveio.

A formiguinha agiu mostrando-se uma boa amiga e ajudando o elenco a reconhecer seus talentos, assim, a floresta voltou a viver em harmonia.

A Joaninha descobriu ser  uma grande cozinheira, a Marreca uma boa produtora do show business, o Espantalho gostava de cuidar da terra, o Besouro de ajudar as pessoas - e fingir ser zangado - e a Cigarra sabia cantar.

A Formiga achou injusto a Cigarra ser a dona da mais bela voz da floresta e esse talento não garantir casa, comida nem segurança. Então, conversou com seus novos amigos e todos concordaram em ajudar a cantora, agora mais humilde, a passar bem o inverno que se aproximava.

Dessa forma, os valores característicos das obras do La Fonaine chegaram às crianças e adultos que puderam conferir o musical “A cigarra e a formiga” dirigido por Emanoel Freitas e  direção musical de Henrique Cirinio como uma boa lição de vida.

Destaque

A inquietação natural do público infantil foi vencida logo no primeiro ato. Os pequenos observavam com atenção detalhes do figurino dos personagens e do cenário. Mas  eram realmente fisgados a cada canção apresentada no musical.

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