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Filme Oz: Mágico e Poderoso

A origem do Mágico de OZ

Filme " Oz: Mágico e Poderoso" mostra a história que antecede o clássico de 1939 08/03/2013 às 08:24
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De volta à estrada de tijolos amarelos
Gabriel Machado Manaus

Quem nunca quis saber como o Mágico de Oz chegou à terra encantada dos tijolos amarelos? Ou como que a temida Bruxa Malvada do Oeste teve a pele tingida de verde? Essas e outras perguntas serão respondidas em “Oz: Mágico e Poderoso”, que estreia hoje nos cinemas mundiais. Dirigido por Sam Raimi, da trilogia “Homem Aranha”, o prelúdio do clássico de 1939 é estrelado por James Franco, Mila Kunis, Michelle Williams e Rachel Weisz.


Na trama, quando Oscar Diggs (Franco), um mágico de circo com uma ética discutível, é carregado do poeirento Kansas para a vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande, com fama e fortuna ao seu dispor. No entanto, ao conhecer as bruxas Theodora (Kunis), Glinda (Williams) e Evanora (Weisz), o ilusionista, colocando em prática suas artes mágicas da esperteza, terá que descobrir quem é bom e quem é mau, antes que seja tarde demais – tanto para Oz, como para ele próprio.


Fã assumida de Judy Garland, atriz que deu vida à Dorothy no original, Katyúscia Serudo, de 27 anos, está curiosa para saber como ficou o resultado final do longa. “Fico muito nervosa com essas adaptações. As pessoas que conheceram primeiro o filme de 1939 e depois os livros viram a diferença entre eles. Porém, o longa deixou aquela coisa mais sentimental e popularizou as obras. Quero muito ver como vão abordar a história do mágico”, comentou a coordenadora acadêmica da Cultura Inglesa, referindo-se à série de livros do escritor L. Frank Baum.


Recheado de efeitos especiais em 3D e cenários multicoloridos, “Oz: Mágico e Poderoso” lembra bastante outra adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil: “Alice no País das Maravilhas”. Dirigida pelo excêntrico Tim Burton, a aventura foi alvo de inúmeras críticas por parte dos fãs da obra, situação que, segundo Katyúscia, poderá se repetir com “Oz”. “Achei o apelo visual bem parecido com o de ‘Alice’. Parece que está na moda adaptar esses clássicos infantis”, finalizou.

Críticas

Com algumas pré-estreias agitando o tapete vermelho ao redor do globo, as primeiras críticas de “Oz: Mágico e Poderoso” começam a surgir. De acordo com o renomado Richard Roeper, do “Chicago Sun-Times”, o prelúdio de Raimi peca, principalmente, pelo excesso de efeitos especiais, opinião defendida, também, por Rene Rodriguez e Richard Corliss, do “Miami Herald” e “Time Magazine”, respectivamente.

Já o brasileiro Wilker Medeiros, do site CinePop, defende o filme, destacando que a produção não rivaliza com o clássico e que consegue obter êxito em sua proposta, elogiando, ainda, a atuação de Franco.

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