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CERIMÔNIA

Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas (Alcear) empossa novos membros

Tomam posse: Júlio Antonio Lopes, Anoar Samad, Adessandro Contiero, Antonio Rômulo Sena, José Corrêa de Menezes, Luiz Almir Fonseca, Osíris Silva e Paulo Queiroz 31/01/2017 às 05:00
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A cerimônia de posse será realizada às 19h30 no Ideal Clube, avenida Eduardo Ribeiro, 937, Centro de Manaus (Foto: Arquivo/ A Crítica)
Alexandre Pequeno Manaus (AM)

Ocupando a vaga de nº 10, cujo patrono é Umberto Calderaro Filho, jornalista e fundador do joral A CRÍTICA e da Rede Calderado de Comunicação, o advogado e escritor Júlio Antonio Lopes passa a integrar, a partir de hoje, a Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas (ALCEAR). Além dele, outros sete novos membros também serão empossados: Anoar Samad, Adessandro Contiero, Antonio Rômulo Sena, José Corrêa de Menezes, Luiz Almir Fonseca, Osíris Silva e Paulo Queiroz. A cerimônia de posse será realizada às 19h30 no Ideal Clube, avenida Eduardo Ribeiro, 898, Centro de Manaus.

Júlio Lopes, que integra outras academias regionais e nacionais, afirmou que a escolha de seu nome para a cadeira sob patronato de Umberto Calderaro Filho é uma honra e um privilégio concedidos por Deus. “Afinal de contas, conheci Umberto, com ele tive o privilégio do convívio próximo, muito aprendi e, com seu exemplo de vida, muito me inspirei. Ele me deu oportunidades e confiança. Continuarei a honrar o seu nome, como sempre fiz. Escrevi sua biografia e, na condição de advogado, venho atuando há anos em defesa das empresas que ele criou”, afirma.

Fundação e história
A ALCEAR foi fundada em 5 de setembro de 2003, data escolhida para homenagear a elevação do Amazonas à categoria de Província, quando se libertou politicamente do Pará. Segundo o seu idealizador e fundador, o escritor e advogado Gaitano Laertes Antonaccio, naquela oportunidade,  um grupo de eminentes intelectuais se reuniu e chegou à conclusão de que era necessário criar uma nova associação, que contemplasse não apenas a literatura, mas também as ciências e as artes, pois havia muita gente, nas mais diversas atividades, que não obtinha o reconhecimento devido  por parte das entidades então existentes. 

“Nossa Academia se consolidou e abrigou, desde o início, grandes nomes da cultura amazonense. Há cadeiras vagas, com o falecimento de outros luminares, como Jorge Humberto Barreto, Afrânio Soares, Ozório Fonseca, Orígenes Martins e Umberto Calderaro, que agora serão preenchidas por outras figuras ilustres de nossa cena cultural”, diz Gaitano. 

Seu primeiro presidente foi Ruy Lins, que presidiu juntamente com 28 sócios fundadores, dentre eles: Ruth Prestes Gonçalves, Marita Monteiro, José Tadros, Liana Mendonça de Souza, Milton de Magalhães Cordeiro, Guilherme Aluízio de Oliveira, Raimundo Colares Ribeiro, Abrahim Baze, Orígenes Angelitino Martins, José Russo, Etelvina Garcia, Urias Sérgio de Freitas, Manoel Bessa Filho, Garcitylzo do Lago e Silva, Clhoé Souto Loureiro, Mário Ypiranga Neto.

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