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‘Achados’ do Netflix: veja alguns títulos de destaque do serviço

Confira alguns “tesouros perdidos” no catálogo do serviço de streaming, em seleção feita pelo BEM VIVER 02/11/2014 às 14:10
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Bling Ring: A gangue de Hollywood” (2013), é um olhar de Sofia Coppola sobre o universo das celebridades, com Emma Watson no elenco
JONY CLAY BORGES ---

A possibilidade de se escolher o filme que se quer na hora em que se quer assistir é uma das vantagens do Netflix, mas também pode ser um tormento quando o usuário se depara com o cardápio gigantesco do serviço de streaming. Para ajudar os leitores/espectadores indecisos a pular a difícil escolha, o BEM VIVER indica filmes e séries que vale a pena conferir, dentre clássicos e atuais, que podem passar batidos nas listagens do site.

DRAMA

“Um sonho de liberdade” (1994) é o primeiro nessa lista – não só porque é o filme mais bem avaliado pelo IMDb, mas porque o filme inspirado em obra de Stephen King traz uma história inspiradora e surpreendente, e grandes atuações de Tim Robbins e Morgan Freeman. Também pelas atuações, vale a pena ver “Capote” (2005), com o saudoso Philip Seymour Hoffman, vencedor do Oscar, e “Até o fim” (2013), com Robert Redford.

Aqui estão ainda interessantes filmes que disputaram o Oscar de Filme Estrangeiro. “A vida dos outros” (2006), intenso filme alemão ambientado na Berlim da Guerra Fria, e “O segredo de seus olhos” (2009), argentino de trama envolvente, conquistaram o troféu da Academia. Já os ótimos mexicanos “Amores brutos” (2000) e “Biutiful” (2010) foram indicados, mas não levaram.

AÇÃO E AVENTURA

“Hanna” (2011) passou ao largo do circuito comercial, mas traz uma interessante trama em que Saoirse Ronan vive uma jovem treinada para matar, e Cate Blanchett é a agente escolhida para eliminá-la. Outras opções bacanas são o belo “O urso” (1998), sobre um urso órfão que precisa evitar os caçadores para sobreviver, e “Herói” (2002), exercício de visual, estilo e tradição do chinês Zhang Yimou. Mais para o lado da fantasia, dê uma chance a “Stardust” (2007), com história e elenco de primeira. E, descambando para o trash, veja “Planeta Terror” e “À prova de morte” (2007), dobradinha de filmes de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino.

COMÉDIA

Procure por “Airplane!” para achar “Apertem os cintos, o piloto sumiu” (1980), paródia de filmes de desastre com algumas das piadas mais loucas do cinema. Tire as crianças da sala para ver o fofinho – só que não! – “Ted” (2012), do comediante Seth McFarlane. Já o ótimo “Feitiço do tempo” (1993) traz Bill Murray como um mal-humorado jornalista que vive o mesmo dia repetidas vezes. Prefere humor negro? Dê uma olhada em “Cova rasa” (1994), drama psicológico com sangue e humor de Danny Boyle.

SUSPENSE E TERROR

Refilmagem de um longa sueco, “Deixe-me entrar (Let me in)” (2010) dá fôlego as histórias de vampiros trazendo uma menina como um sugador de sangue milenar. Outro tema comum do gênero, os assassinatos em série dão o tom em “Seven - Os sete crimes capitais” (1995), de David Fincher. Já em “The Dead Zone” (1983), David Cronenberg aposta no tema de poderes sobrenaturais. Fugindo um pouco ao gênero, o coreano “Oldboy” (2003) e o espanhol “A pele que habito” (2011) trazem tramas intrigantes e surpreendentes.

INDEPENDENTES

Várias pérolas se encontram nesse gênero, comumente de menor apelo comercial. “Juno” (2007), ótimo mix de humor, gravidez indesejada e música folk, talvez seja exceção. Mas cabe para estes outros títulos: “Donnie Darko” (2001), fantasia sombria e cult com Jake Gyllenhaal; “Frances Ha” (2012), bacaníssima comédia dramática em P&B; “Precisamos falar sobre o Kevin” (2011), drama carregado pela fantástica Tilda Swinton; e “Bling Ring: A gangue de Hollywood” (2013), olhar de Sofia Coppola sobre o universo das celebridades, com Emma Watson no elenco.

Séries

A oferta aqui é variada, mas você pode apostar na treslou- cada “Abso -lutely Fabu- lous” (1992), na brasileira “Larica Total” (2008) ou no documentário fake de “The Office” (2005) para dar boas risadas. “The Borgias” (2011) é boa opção com drama, História e ótima direção. Vale a pena ver também o suspense de “Hemlock Grove”, produção original do Netflix.

Nacionais, estrangeiros e clássicos

A lista de títulos nacionais é irregular, mas inclui sucessos contemporâneos como “Tropa de elite” (2008) e “Cidade de Deus” (2002). Outros itens que valem uma conferida são “A festa da menina morta” (2009), filmado por Matheus Nachtergaele em Barcelos; “Loki - Arnaldo Baptista” (2008), ótimo doc musical sobre o músico dos Mutantes; “Baixio das bestas” (2007), drama que toca a prostituição ilegal e a exploração sexual juvenil; e “Apenas o fim”, comédia romântica com Gregório Duvivier, ganhadora do Prêmio Netflix.

Na categoria “Estrangeiros” – que deveria incluir o adendo “Não americanos” – há vários filmes dignos de nota. Caso do espanhol “El Cuerpo” (2012), thriller enfocando a investigação do sumiço de um cadáver de um necrotério, cuja trama dá um nó no cérebro do espectador. Ou “Nikita - Criada para matar” (1990), do francês Luc Besson, depois refilmado e tornado série. Há ainda dois ótimos títulos do universo gay: “Contracorrente” (2009), drama colombiano sensível e com toque sobrenatural, em que um homem convive com o fantasma de seu amante; e “Azul é a cor mais quente” (2013), longa francês que causou frisson em meio mundo com suas fortes cenas de sexo lésbico.

Há poucas opções em “Clássicos”, mas confira o suspense “Vampiros de almas” (1956), depois refilmado como “Invasores de corpos”; e “A conversação” (1974), que Francis Ford Coppola dirigiu na mesma época de “O poderoso chefão”.

Para variar, um desenho animado: “Reino dos gatos” (2002) é produção do japonês Studio Ghibli, o mesmo de “A viagem de Chihiro”, ganhador do Oscar.

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