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BOI-BUMBÁ

Alcione vai cantar toada do Caprichoso em CD oficial do bumbá em 2018; confira detalhes

O álbum “Sabedoria Popular: Uma revolução ancestral” terá a voz de Alcione na toada “Boi de Negro” 25/02/2018 às 09:44
Show alcione
Presidente do boi Caprichoso, Babá Tupinambá, e Alcione durante encontro. Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

Apostando na diversidade cultural em todas as cores da cultura brasileira, o Caprichoso aposta na nova cor, Marrom.  Com um legado musical inconfundível e de berço cultural, a aposta é na cantora Alcione que fará parte do CD oficial do bumbá em 2018 e da divulgação em mídia nacional do boi da nação azul e branca do Festival de Parintins.

No ensaio da Marujada de Guerra, no dia 24 de fevereiro, o presidente do boi Caprichoso, Babá Tupinambá, anunciou que o CD “Sabedoria Popular: Uma revolução ancestral” terá a voz de Alcione na toada “Boi de Negro”, composição de Moises Colares, Raurison Nascimento, Frank Azevedo e Ricardo Linhares.

O presidente revela que a articulação vinha sendo feita há algum tempo e tem a participação direta do Conselho de Arte. “Durante o Carnaval deste ano se confirmou. Fui ao Rio de Janeiro onde conversamos e ela gravou um vídeo aos nossos torcedores azulados”, destaca.

“Eu quero ir lá ver esse povo. Vou cantar essa música no meu show”, disse Alcione. Ela soltou a voz no Estúdio Play Rec, onde o presidente Babá Tupinambá teve acesso.

Alcione tem na veia a cultura popular do bumba-meu-boi, folguedo típico da capital maranhense, e vem materializar um projeto que envolve todas as formas de cultura, assegura o presidente do Conselho, Ericky Nakanome. Ele anunciou que Alcione irá incluir a toada em seu show programado para 12 de maio no estádio carioca conhecido como Engenhão.

O espírito festeiro de Alcione se compara ao do parintinense. Tão grande quanto seu potencial como cantora, uma das maiores de nosso país, é sua paixão pela cultura brasileira.

Ícone na música popular brasileira, Alcione foi homenageada no Carnaval de São Paulo, em 2018, pela Escola de Samba Mocidade Alegre que contou a trajetória no enredo “A voz Marrom que não deixa o samba morrer".

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