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Após sete anos, banda Pato Fu retorna às inéditas com 10º disco intitulado ‘Não pare pra pensar’

Depois de um longo período sem apresentar novas músicas, a banda de rock alternativo apresentou seu novo projeto que deve renovar as expectativas dos fãs 19/11/2014 às 14:33
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O novo álbum 'Não pare pra pensar' tem forte influência roqueira
ACRITICA.COM* ---

Com uma bagagem recheada de sucessos em seus 22 anos de carreira, a banda radicada em Belo Horizonte “Pato Fu” retorna ao cenário musical com o lançamento de seu 10º disco de estúdio intitulado “Não pare pra pensar”.

Após um período de sete anos sem apresentar novas músicas, a banda apresentou seu novo projeto que deve renovar as expectativas de seus selecionados fãs pelo Brasil afora. Glauco Meneses substitui o baterista Xande Tamietti, que tocava com o quinteto desde 1996.

O guitarrista John Ulhoa, que segue como principal compositor do grupo, assumiu o microfone em duas faixas, o que não fazia há pelo menos 10 anos. Já para a “cabeça” da turma, a cantora Fernanda Takai (que é casada com Ulhoa, também produtor do disco), colocar esse álbum na praça foi questão de obrigação e sanidade.

“Para a gente e para os fãs. Tínhamos muitos motivos para fazer um bom disco, mostrar que o Pato Fu resiste a todos os trabalhos paralelos dos integrantes e que somos uma banda que ainda tem muito o que dizer. Os fãs antigos têm a certeza de que ainda somos uma banda de pop rock”, disse a cantora.

'Não pare pra pensar' tem forte influência roqueira com uma tendência dançante, que de cara se percebe ao ouvir as faixas “Cego para as cores” e “Crédito ou débito”. O disco contém 11 faixas inéditas assinadas por Ulhoa, com exceção da releitura de 'Mesmo que seja eu', sucesso de Roberto Carlos e Erasmo Carlos nos anos 1980.

“Enquanto fui para a estrada divulgar meu último disco solo, até junho, o John ficou compondo. Começamos a gravar durante a Copa do Mundo. Ele ouviu muito a banda inglesa Muse durante esse tempo e foi quando a vimos tocando pela TV no Rock in Rio é que compreendemos a sonoridade densa e bem colocada da banda. Ouvimos os discos dela de novo e passamos a querer sons impressionantes, com alguma sonoridade eletrônica”, conta Fernanda.

Na avaliação de Fernanda, o novo álbum deixa bem explícita a cara de cada integrante do grupo, do qual também fazem parte Ricardo Koctus (baixo e voz) e Lulu Camargos (teclados e arranjos orquestrais).

“Quero que as pessoas vejam por meio do disco que o Pato Fu é uma banda que gosta da carreira que tem, gosta de fazer show e continua com seus pilares muito bem definidos. Não existe crise criativa ou de ciúme. É uma banda que convive harmoniosamente”, afirmou Takai mostrando-se confiante e satisfeita com o resultado do novo trabalho.

A banda Pato Fu segue uma linha de rock alternativo e foi formada em 1992, na cidade de BH.

Com informações do site divirta-se.uai.com*

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