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Artistas 'colorem' Manaus em edição especial de livro, que celebra os 346 anos da cidade

O livro “Conhecer para cuidar” traz 11 figuras de pontos turísticos e prédios históricos da capital baré para colorir. A edição é uma parceria entre a Rede Calderaro de Comunicação (RCC) e a Press Comunicação 23/10/2015 às 16:21
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Oscar Ramos se diz apaixonado por lápis de cor, então adorou a ideia de colorir a figura do Teatro Amazonas que consta no ‘Conhecer para cuidar’
LOYANA CAMELO Manaus (AM)

"Penso que Deus inventou a cor para nos dar alegria. Quando alguém está colorindo alguma imagem, está usando uma invenção divina”. De forma poética, o artista plástico Óscar Ramos conseguiu resumir bem o sentimento que fez dos livros de colorir para adultos um verdadeiro boom este ano. Junto da edição impressa de ontem de A CRITICA, os leitores ganharam um exemplar bem especial destes, batizado de “Conhecer para cuidar” (e sua respectiva caixa de lápis de cor) que promete despertar diversas emoções boas em todos – principalmente a de amor a nossa terra.

Afinal, não é todo dia que Manaus completa 346 anos. O aniversário merecia uma comemoração especial, e por que não, tentar dissipar a cortina de fumaça que tem convivido conosco e devolver as cores vibrantes que sempre foram características da capital baré? O VIDA & ESTILO convidou três personalidades manauaras da área da arte e deixou-as bem à vontade para que elas colorissem alguns dos pontos turísticos mais famosos da cidade estampados no livro.

Hadna Abreu pintou o cair da tarde na Ponta Negra. Foto: Evandro Seixas

Uma das artistas plásticas mais talentosas da nova geração, Hadna Abreu recebeu a figura da Ponta Negra. “Uma das coisas que mais gosto de lá é o pôr-do-sol. Então resolvi pintar com tons desse cair da tarde”, explica. Acostumada não somente a colorir, como a fazer os desenhos do zero, Hadna sabe que a prática tem o poder de estimular a criatividade de forma relaxante. Inclusive, no início do ano ela chegou a ministrar oficinas voltadas para quem queria aprender a colorir estes livros.

A artista plástica achou interessante a ideia do “Conhecer para cuidar” por este reunir paisagens já conhecidas do manauara. “Logo me vieram à cabeça diversas lembranças”, comentou.

Turenko fez uma mistura de cores no Relógio da Matriz. Foto: Sergio Fonseca Jr

Vibrante

E por falar em lembranças, Turenko Beça ficou responsável por colorir uma das mais antigas da cidade: o Relógio Municipal da Praça da Matriz. O artista plástico gostou tanto do desafio, que mal recebeu o livro de A CRITICA, no dia seguinte cedinho nos ligou para dizer que já havia terminado de colori-lo.

“Achei maravilhosa a ideia! É uma maneira lúdica de mostrar o que a gente tem de bacana”, comemorou. O Relógio colorido por Beça ganhou cores vibrantes, em mistura nada convencional que é a marca registrada do seu trabalho. “O laranja é complementar do azul; o verde, do vermelho e o roxo do amarelo. São cores que vibram quando colocadas juntas”, explica.

Oscar coloriu o majestoso Teatro Amazonas

Fascínio

Óscar Ramos recebeu a figura do imponente Teatro Amazonas, o qual faz parte de suas memórias mais antigas. “Essa cúpula, para mim, é um marco indelével na minha vida”, disse. Com uma ampla coleção de lápis de cor e de pasteis em bastão, ele declarou sua paixão pelo ato de colorir. “Adoro lápis de cor. Eu os uso para fazer meus projetos de pintura e só depois finalizo a obra à tinta acrílica e à óleo”, afirmou o artista plástico. 

Na figura de “Conhecer para cuidar”, Ramos diz ter colorido primeiro o céu “porque é de um azul maravilhoso”. As mil possibilidades de soltar a criatividade por meio das cores é o que, segundo ele, fez os livros de colorir tão famosos. 

“Quando você abre uma caixa de lápis de cor, fica  naturalmente fascinado. Ao colorir, está realizando um desejo que lhe eleva e lhe preenche do ponto de vista estético. Está criando  uma beleza que lhe satisfaz”.

Destaque

Brinde dados aos leitores de A CRÍTICA, “Conhecer para cuidar” traz 11 figuras de pontos turísticos e prédios históricos de Manaus para colorir. O Secretário de Estado de Cultura, Robério Braga, elaborou os textos. O livro é uma parceria entre a Rede Calderaro de Comunicação (RCC) e a Press Comunicação.

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