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Artistas fazem apresentação em prol de obras do Hospital do Sangue do AM

Musical "Mas podem me chamar de Chico" estará em cartaz no Teatro Amazonas nos dias 2 e 3 de setembro 28/08/2016 às 09:54
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Ingressos estão à venda no Teatro Amazonas (Divulgação)
Rosiel Mendonça Manaus (AM)

Os artistas Cinara Nery, Zezinho Corrêa, Lucilene Castro, Marcos Paulo e Márcia Siqueira resolveram se juntar à campanha “Conquista comunitária”, que tem o objetivo de levantar recursos para as obras do Hospital do Sangue do Amazonas. Nos dias 2 e 3 de setembro, eles voltam a apresentar no Teatro Amazonas o musical “Mas podem me chamar de Chico”, projeto que iniciaram em 2012. 

Os ingressos estão à venda na bilheteria da casa aos valores de R$ 100 (plateia e frisas) e R$ 80 (demais lugares). Todo o dinheiro arrecadado será destinado à construção do hospital.

Com direção artística de Willian Pereira e Márcio Braz, o musical faz uma viagem pelas canções de três medalhões da música popular brasileira: Chico Buarque, Chico da Silva e Chico César. 

“Apresentamos esse espetáculo várias vezes e em vários espaços, como o Teatro Amazonas, Teatro da Instalação e Teatro Manauara. Agora resolvemos retomar o projeto em prol dessa causa nobre do Hemoam”, explica a cantora Lucilene Castro. “Fomos convidados a participar da campanha e estamos ajudando com o que temos de melhor, que é a nossa arte, e sem cobrança de cachê”.

Segundo Lucilene Castro, nada mudou no musical desde a sua estreia, 2012. “Até porque se trata de um repertório atemporal, com canções antológicas desses três compositores. É um repertório que não envelhece”, diz.

A cantora explica que “Mas podem me chamar de Chico” se encaixa no conceito de um musical por seu apelo cênico de interpretação. “É uma apresentação diferente dos shows do dia a dia, inclusive com o uso de coreografias. As músicas se interligam e estão muito bem amarrados, um dos motivos para nós não termos mexido nele”.

As coreografias são assinadas por Monique Andrade e os arranjos e direção musical são de Hudson Alves. No palco, Cinara, Zezinho, Lucilene, Marcos Paulo e Márcia são acompanhados pelos músicos Célio Vulcão (teclados), Hudson Alves (contrabaixo), Aécio Bezerra (sax e flauta), Knisson Ribeiro (percussão).

Sobre o hospital

O diretor-presidente da Fundação Hemoam, Nelson Fraiji, explicou que o Hospital do Sangue tem a infraestrutura projetada para atender à demanda das próximas duas décadas, avançando nas condições de tratamento para pessoas com câncer e doenças hemoterápicas. 

De acordo com ele, com a nova unidade, haverá aumento de capacidade de atendimento em todos os níveis, com ampliação de serviços, laboratórios, enfermarias e construção de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e pediátrica para melhorar as condições para tratamento de câncer em crianças. 

“Serão mais 146 leitos, incluindo pediátricos e psiquiátricos, ambulatório com 38 consultórios hospital-dia, pronto-atendimento, centro cirúrgico para casos de pequeno e médio porte, salas para tratamento especializado, radioterapia e quimioterapia”, informou.

A obra foi iniciada em junho de 2014 com orçamento de R$ 58 milhões, por meio de recursos dos governos federal e estadual, e já está com aproximadamente 30% do total concluída. O Hospital do Sangue está sendo construído em uma área de 48 mil metros quadrados, fazendo parte do conjunto de instalações do Hemoam.

 

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